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Lula sempre falou muita besteira, às vezes coisas gravíssimas ou extremamente ofensivas, que a imprensa sempre trata apenas como “gafes”. Como sua ideologia socialista também é uma porcaria, é preciso tomar cuidado para separar o que é fala consciente de deslizes mesmo. Por exemplo: quando Lula diz que o traficante é vítima do usuário, isso é a sua visão ideológica de mundo. Quando ele diz que o Brasil será um orgulho mundial no crime organizado, isso já é ato falho ou sincericídio.
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Mas o fato é que a incidência de “gafes” vem aumentando. De acordo com levantamento do Poder360, Lula protagonizou ao menos 157 declarações contendo alguma distração ou incorreção (inadvertida ou não) desde o início do 3º mandato. Diz a reportagem:
Quando se analisa o que disse o presidente, 43% dos casos podem ser consideradas ofensas a pessoas, minorias sociais ou outros grupos. Outros 15% são relacionadas à política internacional, como comentários sobre a atuação de outros países e guerras – sempre expressando alguma controvérsia ou imprecisão.
Para rechaçar Lula como candidato razoável, basta mostrar seu histórico: inflação, criminalidade em alta, rombo nas estatais, escândalos. Agora imagina somar tudo isso a um estado de demência, a uma condição cognitiva bastante deteriorada: é o caos!
Além das ofensas e incorreções, há os casos de lapso de memória. Lula chamou o presidente francês Emmanuel Macron de Sarkozy, ex-presidente da França, durante um evento oficial; em cerimônia pública; trocou o nome da atual mulher, Janja, pelo de sua 2ª mulher, Marisa Letícia, morta em 2017; confundiu a ex-presidente Dilma Rousseff com a ex-deputada Irma Passoni; disse ter mandato até “31 de dezembro de 2010” (o correto é 5 de janeiro de 2027); afirmou que o Brasil faz fronteira “com toda a América do Sul” (Chile e Equador não fazem fronteira com o país).
Tirando o último exemplo, que pode ser ignorância mesmo, os demais apontam para alguém que claramente não está com o poder total de sua cognição. Lula tem 80 anos. A idade pesa, e o PT se preocupa com isso. Dizem que até gostaram da escolha do Caiado pelo PSD porque haverá outro idoso na disputa – e porque se fosse Eduardo Leite haveria mais risco de tirar votos do próprio Lula.
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Saúde de presidente ou candidato a presidente é coisa séria. Tem relevância eleitoral, já que será a pessoa com o enorme aparato do Poder Executivo em mãos. Para rechaçar Lula como candidato razoável, basta mostrar seu histórico: inflação, criminalidade em alta, rombo nas estatais, escândalos infindáveis de corrupção, dívida pública insustentável e projetos de lei contra a família tradicional. Agora imagina somar tudo isso a um estado de demência, a uma condição cognitiva bastante deteriorada: é o caos!
Nos Estados Unidos esse assunto ganhou enorme peso na última eleição. Joe Biden dava claros sinais de que estava gagá, de que já não era ele o presidente de fato. Num debate com Donald Trump, a coisa ficou tão escancarada que quase deu pena do democrata. O problema não é a idade em si: Trump também está chegando aos 80 anos. Mas cada um chega de um jeito. Biden estava “fora de si”, e Lula parece ir pelo mesmo caminho, não importa quantas imagens adulteradas publiquem dele fazendo exercício. Lula não é um garotão com “tesão de 20”, mas um idoso com sinais de que está ficando gagá. É o Biden tupiniquim.
Conteúdo editado por: Jocelaine Santos









