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Rodrigo Constantino

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Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

Oscar

Não foi dessa vez…

Wagner Moura ficou sem a estatueta de Melhor Ator por O "Agente Secreto" no Oscar 2026.
Wagner Moura ficou sem a estatueta de Melhor Ator por O "Agente Secreto" no Oscar 2026. (Foto: EFE)

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O filme O agente secreto não levou nenhuma estatueta no Oscar deste domingo. Nem de “melhor filme”, nem de “melhor ator” para Wagner Moura, que muitos consideravam já um fato consumado. O presidente Lula já tinha até preparado festa para explorar politicamente a “cultura nacional”. Mas não foi dessa vez. Quem sabe no próximo filme sobre nossa ditadura, não a atual, que os artistas não enxergam, mas o regime militar?

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“Torceu contra, Rodrigo?” Algumas pessoas apontam que é falso o patriotismo de quem não torceu pelo diretor e pelo ator. Uma concepção equivocada de patriotismo. O que essa turma de esquerda faz é usurpar a arte para fins políticos e eleitorais. Wagner Moura deu várias entrevistas nos Estados Unidos: só falava de Bolsonaro! Parece uma obsessão...

Sim, torci contra. E fiquei feliz com o resultado. O Brasil não precisa desse ufanismo patético regado a recursos públicos. São nos regimes comunistas que a 'arte' se presta ao papel de ser instrumento dos tiranos e corruptos

Ficou com seu discurso de vencedor entalado na garganta, mas podemos especular o teor. Certamente atacaria o governo Bolsonaro e bancaria a vítima de perseguição, traçando um paralelo entre o regime militar e o governo do ex-presidente, em vez de constatar o óbvio: hoje é que vivemos um regime de exceção, implantado pelo consórcio PT-STF, justamente aquele defendido por artistas como Wagner Moura.

Portanto, eu respondo: sim, torci contra. E fiquei feliz com o resultado. O Brasil não precisa desse ufanismo patético regado a recursos públicos. São nos regimes comunistas que a “arte” se presta ao papel de ser instrumento dos tiranos e corruptos. Não haveria qualquer “orgulho nacional” se nosso Oscar fosse para um filme “lacrador” ou para um ator militante.

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Aliás, parêntese: que papelão ridículo o de Javier Bardem. Chegou gritando “Sem guerra” e “Libertem a Palestina”. Os clichês de sempre. Sobre os cerca de 40 mil iranianos massacrados pelo regime dos aiatolás xiitas defendido por Lula, nem uma só palavra! Como a “empatia” dessa gente é seletiva, não é mesmo? Fecho o parêntese.

Artista adora escolher “causas nobres” para chamar a atenção e pagar pedágio para uma indústria tomada por “progressistas”. Seria, então, vexaminoso para um brasileiro patriota, decente, honesto, ter de ver um vitorioso Wagner Moura enaltecendo o que não presta e mentindo sobre o período em que o país estava justamente se endireitando.

Mas tudo bem. A Lei Rouanet vai continuar irrigando os cofres dessa turma que só tem esse tema único na cabeça, novos filmes serão feitos sobre nossa “terrível ditadura militar”, e nada, absolutamente nada será produzido para expor os atuais tiranos corruptos, aqueles que realmente censuram, perseguem, prendem e, como Clezão pode atestar, matam.

Conteúdo editado por: Jocelaine Santos

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