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“Diante das alternativas, Haddad fez boa gestão na Fazenda”, afirmou o editorial da Folha de SP. Para o jornal, o ministro “resistiu às ideias desastrosas do PT, manteve bons técnicos na equipe e a imagem proba”. Por fim, seriam bons “os indicadores em emprego e PIB, mas efeitos nefastos da leniência de Lula com déficits tendem a se manifestar nos próximos anos”.
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Que bizarro! O ministro só fez aumentar arrecadação tributária e dívida pública, e ainda assim é elogiado pela Folha por não ter implodido de vez com a economia, como Lula queria! Que régua baixa dessa turma! O começo da frase já revela tudo: diante das alternativas. Ou seja, Haddad está sendo “elogiado” pelo jornal porque poderia ter sido ainda pior a gestão econômica lulista!
Vamos lá: o PIB não afundou, mas o crescimento não é nada demais. Um país como o Brasil crescer pouco mais de 2% é pouco, e a Argentina, com as reformas liberais de Javier Milei, vai crescer mais do que o dobro disso.
O brasileiro morre de saudades de Paulo Guedes, isso sim. Para azar de Haddad, um sujeito medíocre, sua base de comparação é nada menos do que o melhor ministro da Economia que já tivemos
No mais, o povo sente no dia a dia uma realidade diferente, e isso talvez tenha ligação com a qualidade do PIB, que piorou. O agro puxa o grosso do crescimento, e o governo expande seu papel na economia, o que não é sustentável. Indústria e comércio patinam. E não podemos deixar de lado a desconfiança com os indicadores oficiais: até o Ministério Público pediu o afastamento de Marcio Pochmann do IBGE, pois suas decisões suspeitas de afastar técnicos indicam uma possível manipulação dos dados.
O emprego não está mal na fotografia, mas é preciso levar em conta que ele é medido com base em quem está procurando trabalho sem encontrá-lo. Ora, com 94 milhões de brasileiros em “programas sociais”, claro que isso reduz o incentivo para buscar formalmente emprego. Mas, novamente, não é sustentável. O melhor programa social que existe, como sabia Reagan, é justamente o trabalho.
As famílias estão mais endividadas, os pedidos de recuperação judicial cresceram cerca de 20%, e o clima é de apreensão. A economia tende a ser um tema importante em eleições, e a taxa de rejeição de Lula vem subindo, o que indica justamente que a situação econômica real não é tão “bonita” quanto alguns números mostram. A realidade é diferente, a taxa de juros segue muito elevada por culpa do governo perdulário, e se a fotografia não é das melhores, o filme é ainda pior: a dinâmica aponta para indicadores fiscais terríveis em 2027, já que o governo se mostrou incapaz de aprovar reformas estruturais e reduzir despesas.
Celebrar, portanto, um ministro responsável por números tão medíocres é realmente um espanto. O governo Bolsonaro, com seu ministro liberal Paulo Guedes, conseguiu reduzir a dívida pública em 3,6 pontos percentuais, apesar da pandemia. Com Haddad e Lula, essa dívida saltou sete pontos percentuais! O governo petista é pior do que o vírus chinês, eis a conclusão. O economista Adolfo Sachsida, diante desses dados, comentou:
Tenho muito orgulho de ter feito parte de uma das melhores equipes econômicas da história do Brasil: a equipe liderada por Paulo Guedes e pelo presidente Jair Messias Bolsonaro.Foi um período de intenso trabalho, marcado pelo compromisso com as reformas e pela dedicação ao futuro do Brasil. Vale lembrar que enfrentamos circunstâncias absolutamente extraordinárias: a maior pandemia em 100 anos, a mais severa crise hídrica em um século e a maior guerra na Europa em 75 anos. Ainda assim, seguimos trabalhando com responsabilidade para preservar a economia e preparar o país para o futuro.
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De fato, o governo Bolsonaro entregou bons resultados apesar desse contexto, e deixou a casa em ordem para seu sucessor. Lula, uma vez mais, colocou tudo a perder, as estatais voltaram a dar enormes prejuízos, o rombo fiscal aumentou e a arrecadação tributária bateu recorde, mostrando que o problema não é falta de recursos. Quem é que pode comemorar algo assim? O brasileiro morre de saudades de Paulo Guedes, isso sim. Para azar de Haddad, um sujeito medíocre, sua base de comparação é nada menos do que o melhor ministro da Economia que já tivemos.
Haddad já vai tarde! Foi um dos piores prefeitos de São Paulo, e agora se mostrou um ministro cujo “grande feito” foi não ter destruído de vez com todo o legado de Guedes. O próximo passo é perder a disputa para o governo de São Paulo para o atual governador Tarcísio, outro ministro importante do governo Bolsonaro, que entregou ótimos resultados e tem feito uma boa gestão no estado mais rico do país. Eis a diferença mais básica entre a esquerda e a direita: somente a direita entrega realmente bons resultados!
Conteúdo editado por: Jocelaine Santos









