- Melhore a alimentação: uma das maiores responsáveis pelo desenvolvimento de doenças crônicas, a má alimentação deve ser o primeiro item a ser alterado na rotina de quem pretende não dar a menor chance para este tipo de problema. As dietas da era fast food, repletas de gorduras e pouco nutrientes são as principais causas de doenças cardiovasculares (a manifestação mais comum das doenças crônicas). Enriqueça suas refeições com frutas e verduras. Controle também o excesso de açúcar (que pode desenvolver a diabete) e sal (um risco para a hipertensão) dos alimentos.
- Faça exercícios: também fundamental para evitar a obesidade e outros fatores de risco para doenças cardiovasculares, a atividade física é outra recomendação. A dica dos especialistas é a prática de, pelo menos, 30 minutos de atividades diárias. Procure mesclar as aeróbicas (como corridas e caminhadas) com musculares.
- Largue o cigarro: o tabagismo é responsável por desencadear diversos tipos de câncer uma das doenças crônicas mais severas. Entre eles, câncer de boca, de pulmão e de garganta. Além disso, fumar aumenta consideravelmente a chance de se desenvolver uma doença cardiovascular, como a hipertensão.
- Faça exames regularmente: uma das melhores formas de tratar e obter melhores resultados de qualidade de vida é diagnosticar a doença em seu estágio inicial. Em alguns casos, como no câncer, a descoberta prévia da doença garante também melhores chances de cura e recuperação. Não deixe de fazer check ups frequentes de saúde. Verifique os exames de sangue, de colesterol e açúcar. Para as mulheres, a mamografia deve ter atenção especial.
- Use métodos de prevenção: as doenças crônicas transmissíveis mais recorrentes são as trasmitidas, em geral, pelo ato sexual. Use preservativos.
- Proteja sua pele: no Brasil, um dos tipos mais comuns de câncer é o de pele. Proteja-se do sol em horários inadequados (entre 9 e 16 horas). Use protetores solaresl.
Fontes: médicos Carlos Roberto Mortean, da Paraná Clínicas, Edgard Niclewicz, do Hospital Nossa Senhora das Graças, e Olival de Oliveira Júnior, do Hospital Santa Cruz e clínica ProctoClin.



