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Deixando provisoriamente a agenda woke de lado, a Disney vai apostar na nostalgia, criando novas áreas dedicadas a Indiana Jones, Carros e O Rei Leão. A estratégia busca revitalizar seus títulos mais icônicos por meio de experiências imersivas e renovar seus parques temáticos.
A empresa anunciou seus planos para parques em todo o mundo e navios de cruzeiro para os próximos anos durante a D23, sua maior convenção, realizada neste fim de semana em Anaheim, Califórnia. O roteiro da convenção se concentra em reviver os clássicos da empresa.
Um dos principais destaques é uma atração temática de 'Indiana Jones' no Animal Kingdom, na Flórida, com um modelo animatrônico do astro americano Harrison Ford, protagonista da saga.
O próprio Ford fez uma aparição surpresa em um vídeo exibido durante o evento para revelar que seu rosto aparecerá pela primeira vez em uma atração da Disney.
Com o nome de 'Indiana Jones e o Mito da Serpente de Jade', o jogo se passará em um templo maia explorável.
Para comemorar o 20º aniversário de 'Carros', a empresa também expandirá esse universo inspirado na icônica Rota 66, nos Estados Unidos, com duas novas atrações temáticas em Orlando.
A franquia também ofereceu um vislumbre da savana africana que está criando na Disneyland Paris, dedicada ao icônico filme 'O Rei Leão', com a primeira atração aquática focada na história de Simba e seu confronto com seu tio Scar.
Além de evocar os clássicos, novas atrações foram anunciadas para a Villainsland, a área focada nos vilões mais famosos, como a bruxa de 'Branca de Neve' ou Cruella de Vil, que está sendo construída no Walt Disney World, na Flórida.
A principal atração contará com uma montanha-russa que inclui um encontro com Malévola no topo de sua fortaleza, enquanto outra atração levará os visitantes a uma jornada sombria pelas catacumbas do palácio da Rainha Má, onde o Espelho Mágico evocará visões de muitos vilões da Disney.
Disney celebra 75 anos de “Alice no País das Maravilhas”
Ainda durante a convenção, a Disney homenageou o clássico animado “Alice no País das Maravilhas”, de 1951. Um painel especial revisitou os 75 anos da obra, destacando seu legado cultural e os desafios de produção do universo psicodélico criado a partir da obra de Lewis Carroll. Apesar da recepção inicialmente fria, o filme se tornou um dos clássicos mais duradouros da animação da Disney.
A história da jovem que cai em uma toca e chega a um reino surreal, habitado por personagens como o Chapeleiro Maluco e o Gato de Cheshire, também inspirou a versão live-action de 2010, dirigida por Tim Burton e estrelada por Mia Wasikowska, Johnny Depp, Anne Hathaway e Helena Bonham Carter. O filme arrecadou US$ 1 bilhão e ganhou uma sequência em 2016. As comemorações do aniversário incluem exibições restauradas, exposições e produtos especiais.



