A trágica e brutal morte de Charlie Kirk, jovem pai de família americano, abatido a tiros durante uma palestra universitária em Utah, transcende a singularidade de um ato criminoso. Sua morte é uma consequência da violência política, cada vez mais praticada por um lado do espectro ideológico: aquele que já atacou Donald Trump, Jair Bolsonaro, Álvaro Uribe e agora o ativista americano.
Aliado próximo do presidente Donald Trump e fundador da Turning Point USA, organização que desde 2012 mobiliza milhares de jovens em prol do livre mercado, do governo limitado e das liberdades individuais, Charlie Kirk personificava uma voz que, embora por vezes incisiva e provocadora, demonstrava abertura ao debate – como indicava a própria tenda onde foi baleado, marcada pela inscrição eloquente: “Prove que estou errado”.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta segunda-feira (15). Participam hoje do programa o ex-procurador Deltan Dallagnol, o jurista André Marsiglia e o vereador Guilherme Kilter.
Cancelamento atinge a esquerda
O programa também vai abordar o cancelamento que agora silenciou algumas vozes da esquerda. A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) cancelou a apresentação do jornalista e escritor Eduardo Bueno, conhecido como "Peninha", após a repercussão negativa de suas declarações sobre a morte do ativista norte-americano Charlie Kirk.
Ainda, um site criado por conservadores, chamado “Charlies Murderers" (Exponha os assassinos de Charlie), reuniu uma lista de publicações de usuários que celebraram ou ironizaram a morte de Kirk, incluindo nomes, cidades e empregadores dos autores. Os efeitos foram imediatos.



