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Última Análise

CPI do crime organizado escolhe alvo: a família Moraes

O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), pediu nesta semana a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes. A suspeita é de que o contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master tenha ligação com esquemas de lavagem de dinheiro e ainda pediu que ela seja convocada para depor.

No final do ano passado, uma apuração apontou que o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados foi contratado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, para defendê-lo em diferentes instâncias judiciais e órgãos do governo.

Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta quinta-feira (05). Hoje participam do programa o ex-procurador Deltan Dallagnol, o professor da FGV Daniel Vargas e o escritor Francisco Escorsim.

A tensa CPI do INSS

O programa vai abordar também os últimos movimentos da CPI do INSS. A comissão ouviu o atual presidente do INSS, Gilberto Waller Junior, que disse que nunca se reuniu diretamente com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Ele afirma ainda que o acordo de cooperação técnica com o banco não foi renovado, ainda antes da liquidação, porque havia muitas reclamações sobre irregularidades nos serviços e nos empréstimos consignados.

Lula critica Judiciário

Os convidados vão analisar a crítica do presidente Lula ao Judiciário. O petista afirmou que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deveriam atuar por mandato. "Tudo precisa mudar, nada está livre de mudança. Acho que precisamos discutir isso, porque não é justo uma pessoa entrar com 35 anos e ficar até 75. É muito tempo, eu acho que pode ter mandato", afirmou.

Flávio Dino suspende penduricalhos no país

Outro tem será a decisão do ministro Flávio Dino, que decidiu suspender os chamados “penduricalhos” do serviço público nos Três Poderes da República. A liminar de Dino reforçou o cumprimento do teto constitucional de remuneração, que é de R$ 46.366. A decisão será submetida ao Plenário, em data ainda a ser definida pela Presidência do STF.

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