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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quinta-feira a proteção da liberdade de imprensa e indicou que a decisão do colega Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra fonte de jornalista no Maranhão, será analisada em plenário.
Fachin prestou solidariedade ao ministro Flávio Dino, alvo de uma suposta perseguição praticada pelo profissional da imprensa, que é investigado na Corte. Durante o debate sobre o assunto, Moraes, por sua vez, apontou que a Primeira Turma da Corte poderia julgar o assunto.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta quinta-feira (12). Hoje participam do programa o escritor Francisco Escorsim, o professor da FGV Daniel Vargas e o jurista Enio Viterbo.
Candidatura de Flávio barrada?
Os convidados vão falar sobre a alteração na filiação partidária de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no sistema da Justiça Eleitoral, que quase impediu o registro da candidatura dele à Presidência, nesta quinta-feira (13). Em vez de aparecer como filiado ao PL, o senador passou a constar como integrante do Missão, partido de Renan Santos.
Lula se preocupa com Senado
O programa vai falar a respeito das dificuldades em torno das alianças do PT com outros partidos no Ceará para formar a chapa de senadores. O presidente Lula disse, nesta quarta, que a disputa para o Senado é muito importante.
Careca do INSS cita secretário de Lula
Outro tema do programa será Polícia Federal (PF), que recebeu de um colaborador uma série de mensagens do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, nas quais ele menciona o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde (MS) Swedenberger Barbosa, o Berger.
Cabo Gilberto denuncia Moraes
Os convidados vão falar a respeito do deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara, que protocolou uma nova denúncia contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposta violação do sigilo da fonte jornalística.
O projeto de combustíveis do governo
Por fim, os comentaristas vão analisar o projeto do governo que amplia gastos em 2026, sob a justificativa de desoneração do etanol e a outros produtos. Segundo contas a equipe econômica, ele permitirá uma contenção de despesas de R$ 10 bilhões em 2027.



