O jogo sujo de Brasília ficou escancarado. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, preste depoimento à Polícia Federal (PF) no âmbito das investigações por crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao mesmo tempo, em outra frente, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães (PT-CE), disse que a militância petista não pode “ter medo de enfrentar o bolsonarismo” e que é necessário “ir para cima”.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta terça-feira (07). Hoje participam do programa o jurista Frederico Junkert, o professor da FGV Daniel Vargas e o editor da Gazeta do Povo Gabriel de Arruda Castro.
Audiência de Flávio nos EUA
Outro tema do programa de hoje será a estratégia dosenador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu nesta terça-feira (7) que o governo dos Estados Unidos desista da proposta de impor uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e preserve o sistema de pagamentos instantâneos PIX. O apelo foi feito durante audiência pública do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), em Washington.
Eleição na Colômbia: Petro critica resultado
Os convidados também vão falar sobre a declaração do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, segundo a qual não reconhece a legitimidade da vitória do presidente eleito Abelardo de la Espriella e alegou que a eleição foi marcada por fraude.
Defensoria recorre contra Eduardo
Outro tema será o recurso da Defensoria Pública da União (DPU) ao STF, para pedir a revisão da pena imposta ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A defesa sustenta que há uma contradição no julgamento, pois as declarações do parlamentar foram utilizadas pelos ministros como prova para condená-lo por coação no curso do processo, mas não foram consideradas como circunstância atenuante na fixação da pena.
Ranking dos funcionários
Por fim, os convidados vão falar sobre os os elevados rendimentos do alto funcionalismo público. Titulares de cartório, juízes, procuradores e diplomatas são as profissões que declararam mais patrimônios à Receita Federal no Imposto de Renda (IR) de 2025, segundo dados atualizados pelo Fisco nesta quinta-feira.



