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Última Análise

Prisão domiciliar e silêncio sobre conversa: a contradição Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), converteu nesta terça-feira (24) o regime de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a domiciliar humanitária. A decisão ocorreu um dia depois da Procuradoria-Geral da República (PGR) se pronunciar favoravelmente à progressão da detenção.

Bolsonaro irá para a prisão domiciliar após ter alta hospitalar em que trata de uma grave pneumonia nos dois pulmões, em princípio por 90 dias ao sair do internamento. Ele ainda determinou outras regras como o uso de tornozeleira eletrônica e limitação de visitas.

Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta terça-feira (24). Hoje participam do programa o professor da FGV Daniel Vargas, o ex-juiz de Direito Adriano Soares da Costa e o ex-ministro da Agricultura Antônio Cabrera Mano Filho.

O desconhecido titular do telefone

Outro tema do programa de hoje serão as especulações sobre o usuário titular do telefone funcional do STF, que recebeu mensagens de socorro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no dia em que ele foi preso pela primeira vez. Diante do silêncio da Corte, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que irá oficiar o próprio presidente do Supremo para que esclareça os fatos.

A conversa comprometedora de Alcolumbre

O programa também vai falar a respeito de reportagem do portal Metrópoles, que publicou uma conversa do senador David Alcolumbre (União-AP) com o prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua (União-AP). Alcolumbre teria o orientado a procurar um desembargador no Tribunal de Justiça, sem a companhia de advogado, para tratar do julgamento de uma ação contra o prefeito eleito, Antonio Furlan (PSD-AP), adversário político dos dois.

Os desdobramentos da CPMI do INSS

Os convidados vão analisar quais serão os próximos assuntos que podem voltar nas investigações da CPMI do INSS, como a quebra de sigilo de Fabio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", o filho do presidente Lula, que teria recebido diversas benesses a partir de fundos ligados à autarquia.

Sergio Moro no PL

Ainda, será tema de discussão a filiação do senador Sergio Moro ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, o Partido Liberal (PL), na manhã desta terça-feira (24), em Brasília. Além do presidente do partido, Valdemar Costa Neto, os líderes do PL na Câmara e no Senado, Sóstenes Cavalcante (RJ) e Carlos Portinho (RJ), estiveram presentes.

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