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Última Análise

Cadeira de Toffoli vira moeda de troca em Brasília

Pelo andar das coisas em Brasília, só vai sobrar um na disputa entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", filho do presidente Lula (PT). Em situação cada vez mais complicada, o ministro deverá ser logo "rifado", após o escândalo do Banco Master. E a sua vaga na Corte ficará livre para Lula negociar, visando as eleições presidenciais de outubro.

Já Lulinha, segundo reportagem de Andreza Matais, do portal Metrópoles, vai tentar se livrar das acusações culpando outra envolvida, a lobista Roberta Luchsinger, apontada como a responsável por abrir as portas dos ministérios em Brasília para envolvidos nos desvio.

Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta terça-feira (03). Participam do programa de hoje o ex-procurador Deltan Dallagnol, o professor da FGV Daniel Vargas e a advogada Júlia Lucy.

Minas Gerais e a próxima vaga no STF

O programa vai abordar a inesperada relação entre as eleições para o governo de Minas Gerais e a possível próxima vaga no STF. Rodrigo Pacheco é o preferido de Lula para disputar o governo, mas não esconde que não tem nenhuma vontade de se candidatar, mesmo tendo sido convocado explicitamente pelo presidente para a missão.

Para aliados e adversários, o que faria Pacheco descer do muro rapidamente seria a possibilidade de abertura de uma cadeira na Corte no curto prazo, para a qual Lula poderia indicá-lo caso o mineiro perca a eleição.

"Penduricalhos": STF quer negociação

Outro tema do programa será a negociação da Corte envolvendo os "penduricalhos". Para renunciarem ao privilégio, os ministros tentam um aumento no valor do teto salarial do funcionalismo público, que hoje está em R$ 46,3 mil reais. A negociação estaria em debate pela comissão criada pelo ministro Edson Fachin, para buscar uma “regra de transição” que seja razoável.

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