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iluminação doméstica

A luz que vai bem em casa e no bolso

Há quatro tipos principais de lâmpadas. Saiba mais sobre elas e veja qual é a indicada para cada ambiente de sua residência

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A diferença entre lâmpadas vai além do formato ou da cor da luz emitida. Com funcionamentos bem distintos, cada tipo tem um padrão de consumo de energia e também uma indicação mais adequada para uso. Aquela redondinha, clássica imagem da boa ideia, logo deve se apagar: é o tipo que mais consome energia e deixará de ser comercializada no Brasil até 2016. Como vai desaparecer das prateleiras – e de lustres e abajures – é tempo de aprender sobre as opções disponíveis no mercado e descobrir quais as mais indicadas para a sua casa e seu bolso.

INFOGRÁFICO: Tipos de lâmpadas

Existem quatro tipos principais de lâmpadas disponíveis no mercado: as incandescentes, halógenas, fluorescentes e de LED. Ainda há opções em neon, fibra óptica e lâmpadas de descarga. As convencionais, incandescentes, custam pouco e consomem muita energia, mais uma razão porque estão sendo substituídas pelas halógenas. Essas, junto com as fluorescentes, são as opções disponíveis que aliam eficiência energética a preço baixo. A diferença entre elas é o princípio de aquecimento e os gases que estão em seu interior. Já as lâmpadas de LED são as mais modernas e caras. Mas economizam energia e têm maior vida útil.

Qual e onde?

A arquiteta Ellen Marques lembra que cada atividade pede uma lâmpada diferente, devido a suas características de cor e aquecimento.

De modo geral, as fluorescentes oferecem uma luz mais "dura", que não reproduz tão bem as cores de superfície. Por isso, seu uso é mais aconselhado para ambientes de serviço e trabalho. "A lâmpada fluorescente compacta é mais econômica, mas não é indicada para locais de curta permanência, como halls e corredores", explica. Isso ocorre porque ficar acendendo e apagando a luz em um curto espaço de tempo diminui sua vida útil. "A economia obtida na conta de luz será gasta na aquisição de uma nova lâmpada", pondera.

Trabalhar a luz, além de contribuir para a economia, pode ser um fator de decoração, como lembra a arquiteta Michele Krauspenhar, da Smart Arquitetura. As lâmpadas halógenas, por exemplo, podem ser associadas a diferentes tipos de refletores e usadas para criar efeitos cênicos e de destaque a objetos. "São ideais para criar atmosfera aconchegante", afirma. Já as incandescentes, por gastarem mais, atualmente aparecem em lustres e abajures.

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