Brasília Após mais de cinco horas de acareação, muitas contradições dos advogados, uma prisão e irritação dos parlamentares, o presidente da CPI do Tráfico de Armas, deputado Moroni Torgan (PFL-CE), cobrou da Justiça a prisão dos advogados Sérgio Wesley da Cunha e Maria Cristina Rachado, supostos envolvidos com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Na semana passada a CPI pediu a prisão preventiva dos dois advogados, acusados de terem comprado depoimento de sessão sigilosa da comissão na qual o diretor do Deic, Godofredo Bittencourt Filho, e o delegado Ruy Ferraz fizeram um raio X do PCC. Os dois advogados teriam repassado cópia da gravação a Marcos Willians Herbas Camanho, o Marcola, chefe da organização criminosa.



