Decisões judiciais têm aberto caminho para que em um registro civil coexistam dois pais e uma mãe ou um pai e duas mães. A solução já foi implementada em pelo menos sete estados. A ideia é que disputas entre quem "cria" e os pais biológicos podem virar "filiação tripla". Um precedente desse tipo ocorreu em março, no Recife. Sem recursos para cuidar do filho, a mãe biológica deixou o encargo à mulher do ex-companheiro. A madrasta exigiu que o menino de 4 anos tivesse seu sobrenome. A saída foi o registro triplo.
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