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acima da média

Chuva volta a causar transtornos e alaga ruas em Curitiba

Água subiu bastante na Rua Visconde de Nacar. Desde o início da semana chove forte na capital e já foi ultrapassada a média histórica para o mês de janeiro. El Niño é o responsável pela quantidade de água

Região perto da Rua Visconde de Nacar ficou bastante alagada | Giuliano Gomes/Agência de Notícias Gazeta do Povo
Região perto da Rua Visconde de Nacar ficou bastante alagada (Foto: Giuliano Gomes/Agência de Notícias Gazeta do Povo)
Alguns comerciantes viram a água quase invadir os estabelecimentos |

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Alguns comerciantes viram a água quase invadir os estabelecimentos

Cruzamento da Visconde de Nacar com a Cruz Machado ficou encoberto pela água |

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Cruzamento da Visconde de Nacar com a Cruz Machado ficou encoberto pela água

Motociclistas e motoristas enfrentaram as ruas alagadas |

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Motociclistas e motoristas enfrentaram as ruas alagadas

Biarticulado passa e levanta ondas pela rua alagada |

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Biarticulado passa e levanta ondas pela rua alagada

Chuva forte durante uma hora foi suficiente para alagar várias ruas |

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Chuva forte durante uma hora foi suficiente para alagar várias ruas

A forte chuva durante a tarde desta sexta-feira (22) voltou a causar transtornos no trânsito de Curitiba. Novamente foram registrados alguns pontos de alagamentos nas ruas da região central da cidade. A chuva começou por volta das 16 horas. Segundo o Instituto Tecnológico Simepar, a quantidade de água que caiu em Curitiba até a 0 hora desta sexta-feira já ultrapassou a média histórica para o mês de janeiro.

"A chuva está acima da média para o mês por causa do fenômeno El Niño", explicou o meteorologista Tarcísio Valentim da Costa. As estações do Simepar já registraram 203.3 milímetros de água em razão das chuvas, sem contar o temporal da tarde desta sexta-feira. "A média histórica para o mês varia entre 130 a 210 milímetros. Isso já foi ultrapassado e ainda virá mais chuva para os próximos dias", definiu o meteorologista.

Para exemplificar como é a medição feita pelo Simepar e a quantidade de água que já caiu na cidade neste mês, caso se jogue 1 litro de água em uma caixa fechada de um metro quadrado vai aparecer uma lâmina de 1 milímetro de água. Em Curitiba já foram registrados 203.3 milímetros em razão da chuva.

Trânsito

De acordo com a Defesa Civil Municipal na Rua Alferes Poli a água subiu alguns centímetros e chegou a encobrir as calçadas. Por volta das 16 horas os motoristas também encontravam muita água na pista na Rua Visconde de Nacar, entre a Rua Augusto Stelfeld e a Avenida Vicente Machado.

Agentes da Diretran orientavam os veículos, segundo informações do boletim de trânsito da Urbs. O tráfego também ficou complicado em razão da chuva nas ruas Desembargador Westphalen, Brasílio Itiberê e Almirante Gonçalves. As três vias apresentaram pontos de alagamentos. Na Avenida Visconde de Guarapuava a situação se repetiu.

No bairro Pilarzinho a chuva também fez a água subir na Rua João Pereira da Silva. Os bueiros não venceram a quantidade de água e as calçadas chegaram a ficar encobertas.

Buraco

As constantes chuvas durante a semana causaram uma pequena erosão no bairro Capão Raso. O trânsito é feito em meia pista na Avenida Winston Churchill, no cruzamento com a Rua Jaime Rodrigues da Rocha. O buraco foi sinalizado por agentes da Diretran.

Corpo encontrado

Na manhã desta sexta-feira os bombeiros encontraram o corpo do pedestre que caiu dentro de uma galeria fluvial no Centro de Curitiba. O corpo foi encontrado por volta das 8h20. O homem estava desaparecido desde a tarde de quinta-feira quando caiu dentro da do canal que divide as duas pistas da Rua Professor Fernando Moreira, quase na esquina com a Rua Visconde de Nacar. Chovia no momento em que ele foi levado pela água, e o nível do rio estava acima do normal.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a vítima foi localizada na mesma galeria, já em trecho subterrâneo, a cerca de 500 metros de onde havia sido vista pela última vez. O homem ainda não foi identificado, mas, segundo informações da Polícia Militar (PM), ele seria um morador de rua.

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