A experiência de amigos ainda é a principal fonte de informação sobre os "personal friends". Por ser recente, a atividade ainda não é regulamentada nem fiscalizada e os clientes devem buscar alguma referência ou indicação antes de solicitar esses serviços.
Cliente de Amaral, Maria (nome fictício) procurou o "personal friend" por indicação de uma amiga. "Vi o site, fiquei curiosa e entrei em contato com ele", lembra. "Marcamos encontro em local público um café."
Maria revela que passava por um momento difícil, sentindo-se desiludida. "Conversamos e saímos para passear no Parque Barigui", conta. "Por ser uma pessoa mais experiente, ele me deu conselhos que me ajudaram."
Segundo ela, Amaral demonstrou ser uma pessoa distinta. "Vou procurá-lo novamente", garante. "Os custos não foram exorbitantes ou fora do comum." A cliente está satisfeita com o serviço. "Me senti bem", avalia. "Desabafei tudo que precisava com uma pessoa que não conheço e que não me conhece. Tenho muita confiança e sei que ele não sairá por aí espalhando."
Maria conversou com amigas e recomendou os serviços de Amaral. "Existem pessoas com preconceito, mas expliquei que não houve nenhuma proposta indecorosa nem aproximação inconveniente", garante. "Ele tem uma postura profissional muito ética."
Uma das amigas já está interessada. "Ela está enfrentando problemas no casamento, e ele é a pessoa indicada para dar conselhos", afirma. (AS)



