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Coluna do Malu

A preocupada Yasmin

Yasmin, 7 anos, filha do casal Yeda e Ivan Bonilha, ela procuradora do Estado e ele procurador-geral da Prefeitura Municipal de Curitiba, estava sendo levada para a escola pelo pai, que ouvia a Rádio CBN e o Presidente Lula era entrevistado.

Ele – nosso Presidente – admitia que no governo dele havia acertos e erros e que ele se orgulhava de ser um homem que não tinha medo de errar e que tomava decisões e não tinha de errar.

No banco de trás, chupando pirulito, tirou o docinho da boca e perguntou:

– Pai é o Lula?

– É sim filha!

– Pois eu tenho medo que ele erre...

Moreno refrescou os pés – Moreno é o apelido do Moysés Novloski, que foi representante das indústrias Todeschini no nosso litoral e no interior de São Paulo. Foi também, algum tempo, arrendatário do restaurante do Hotel Vila Real, em Guaratuba, e é até hoje um cozinheiro de primeira.

Descendente de judeus, em 1994 foi para Jerusalém, onde sua prima Aída reside há 20 anos. Num dia de intenso calor, foi visitar a Mesquita de Omar (profeta árabe que morreu no local). Bem em frente da monumental obra, há um repuxo. Moreno tirou a sandália, abriu uma torneira e refrescou os pés. E foi aquela gritaria de árabes, pois, sem saber, Moreno estava violando um local sagrado.

A prima Aída o salvou, pois, falando árabe fluentemente, explicou que o Moreno era brasileiro e desconhecia as tradições locais, o que acalmou os patrícios.

A seresta do Pizani – O sr. Waldemar Pizani, que morava em Tangará(SC) – tio do Luiz Carlos Pizani, o Lucas –, quando moço era um seresteiro inveterado. E estava de olho numa "peça" e lá foi fazer uma serenata, isso por volta de 1950.

Não só foi repudiado, mas "festejado" com um penico de xixi. Consolou-se dizendo:

– Comê não comi a galinha, mas tomei o brodo dela...

Mausoléu Getúlio Vargas – Conta o dentista Patrício Caldeira de Andrada que recentemente o Odair Luiz Fernandes, sua esposa, Ilma, e um casal de cunhados visitaram a cidade de São Borja, que fica às margens do Rio Uruguai, na fronteira do Brasil com a Argentina. São Borja é a terra natal dos estadistas brasileiros Getúlio Vargas, Jango Goulart e Leonel Brizola, todos sepultados no cemitério Jardim da Paz naquela cidade.

Em homenagem ao cinqüentenário da morte do ex-presidente Getúlio, foi construído, com projeto de Oscar Niemeyer, na Praça XV de Novembro, o Mausoléu Getúlio Vargas. Ao visitar o sepulcro, o Odair estava lendo para os seus acompanhantes informações dando conta de que o translado dos despojos de Vargas para o local da homenagem ocorreu no dia 24 de agosto de 2004. Nesse momento, uma guia turística, que prestava atenção na conversa, o interrompeu para "confidenciar":

– Isto aí é mentira, doutor! Para cá vieram apenas os ossos do presidente.

O novo apelido do Luizito – O menino Gustavo, de 3 anos, filho de um funcionário do Paraná Banco, ao encontrar, no Mercado Municipal, o ex-deputado estadual Luizito Malucelli, cutucou o pai e falou:

– Papai, olha o Papai Noel! He,he, he!

Luizito, tem há longos anos cabelos brancos e, nessa época, ostentava também uma barba branca.

Mais uma de assombração – Em 1964, de plantão na sede do Corpo de Bombeiros, um grupo de oficiais jogava pôquer e estava lá, entre outros, o major médico Heitor Caio Moreira. Lá pelas tantas, uma gaveta de um armário abriu sozinho. O grupo se entreolhou assustado, mas o Heitor, cético, afirmou que isso poderia ter acontecido com as vibrações provocadas por caminhões que passavam defronte ao prédio, e assegurou que fantasmas eram fruto de lendas de pessoas medrosas.

Foi quando a gaveta fechou sozinha.

Aí o Heitor não se agüentou e afirmou:

– É! Há fantasma mesmo...

A coluna é dedicada ao deputado Nelson Justus, um presidente que está tornando a Assembléia Legislativa do Paraná numa das melhores do país.

Sopa de músculo com batata

Receita para 4 pessoas:

1 quilo de músculo de boi picado; 2 litros de água mineral; meio quilo de batata-inglesa fatiada; metade de um repolho pequeno picadinho; 2 talos de aipo e 1 talo de alho poro picado; 1 cebola ralada; 1 cenoura fatiada, sal e pimenta-do-reino a gosto.

Tempere a carne com sal e doure numa caçarola de ferro com 4 colheres de sopa de óleo de milho. Depois ponha a água fervendo e deixe cozinhar por duas horas (se for panela de pressão, uma hora basta). Aplique os demais ingredientes e deixe mais uns 30 minutos cozinhando em fogo lento. Acerte o sal e aplique a pimenta. Uma broa de centeio acompanha bem, e uma taça de vinho tinto melhor ainda.

O importador e expert Pedro Côrrea de Oliveira sugere para acompanhar o vinho malbec argentino Nieto Senetiner.

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