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Nostalgia

Os velhos e o novo

Fachada da vila de Guaratuba na baía, em 1920. Parte esquerda da foto foi a que afundou em 1968 |
Fachada da vila de Guaratuba na baía, em 1920. Parte esquerda da foto foi a que afundou em 1968 (Foto: )
Praia Mansa de Caiobá, vista do morro e estrada da passagem para Guaratuba, em 1948 |

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Praia Mansa de Caiobá, vista do morro e estrada da passagem para Guaratuba, em 1948

A vila de Guaratuba, em 1935 |

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A vila de Guaratuba, em 1935

Praia Mansa e a primeira casa de veranista em Caiobá, década de 1930 |

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Praia Mansa e a primeira casa de veranista em Caiobá, década de 1930

Todos os banhistas que estavam na praia de Guaratuba foram reunidos para a foto nas Caieiras, em 1938 |

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Todos os banhistas que estavam na praia de Guaratuba foram reunidos para a foto nas Caieiras, em 1938

Reunião de elite sobre uma canoa em Guaratuba. Vemos na foto dona Anita Ribas segurando o cachorro, tendo atrás seu marido, o interventor Manoel Ribas |

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Reunião de elite sobre uma canoa em Guaratuba. Vemos na foto dona Anita Ribas segurando o cachorro, tendo atrás seu marido, o interventor Manoel Ribas

Banhistas em frente dos vestiários que existiam na praia de Guaratuba até a década de 1940 |

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Banhistas em frente dos vestiários que existiam na praia de Guaratuba até a década de 1940

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O velhinho foi embora! No meu tempo de piá ficava imaginando a despedida e a entrada do ano – normalmente ajudado por gravuras onde aparecia o desenho de uma criança com fraldas simbolizando o ano que co­­meçava e a figura de um ve­­lho alquebrado indo embora, representando o ano que findava. Mexendo em meus guar­­dados (quanto mais ve­­lha a gente é, mais guardados e quinquilharias possuímos), encontrei uma gravura da entrada do ano em que nasci: 1936. Aproveitei para mudar as datas para a atualidade, deixando as figuras: o tempo com seu forcado, com o ano novo sentado sobre a lâmina e empurrando para fora de cena o ano velho.Tal simbologia está em desuso, démodé; e não se vê mais em gravura alguma. Hoje os tempos mu­­daram, principalmente os nossos velhos tempos que ficaram apenas nos flashes da memória.

Na atualidade, para mim, o melhor tempo começa hoje, é quando Curitiba fica praticamente va­­zia. O povão arribou para o litoral para tirar um merecido descanso, com direito a banhos de mar e outros de bar.

Curitiba sem engarrafamentos, nada de tropéis, as ruas com seus trânsitos livres. A cidade fica fotogênica, as imagens não são poluídas pelos automóveis, os pedestres não escondem as fachadas das lojas; enfim, é um tempo de os velhos curtirem o tempo. Para a maioria da população, a curtição chama-se temporada de praias. Como quase todo mundo está salgando o couro, e a Gazeta do Povo está fazendo cobertura desse tempero, a Nostalgia vai mostrar um pouco do litoral de antigamente para o leitor que está se tostando ver e comentar. Ora veja como era!

N.R. – Desejo a todos os amigos e leitores um ano novo cheio de boas realizações. Lembrando que estamos no 21.º ano de circulação da Nostalgia.

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