Foi descoberto no Pará um crime ambiental de cerca de R$ 200 milhões.
Empresas fantasmas usavam autorizações falsas feitas em outros três estados para exportar madeira retirada ilegalmente de terras indígenas e de áreas de proteção ambiental, na Floresta Amazônica.
Segundo os fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 82 empresas estão envolvidas na fraude, mas muitas delas são fantasmas. Ninguém foi preso.



