
A vida do delegado da Polícia Federal Carlos Roberto Bacila, 44 anos, não se resume a processos e diligências. O sexto livro que lança, o primeiro que não trata de Direito chama-se A Vida de Dale Carnegie, pela editora Belton:
De onde veio a inspiração para o último livro?
Há 30 anos eu li o primeiro livro do Dale Carnegie, o Como Falar em Público. Esse livro ajudou demais na minha carreira estudantil até no meu primeiro emprego, como professor. Tempos atrás vi um programa televisivo sobre Carnegie e me chamou a atenção ele levar uma vida simples, sem ser afetado pelo sucesso e fama.
Em qual momento o senhor decidiu escrever a biografia?
Já lia que muitas pessoas haviam obtido sucesso e benefício pessoal a partir dos livros dele e me interessei em escrever a biografia.
Como foi a pesquisa?
Na primeira fase fiz uma coleta de material disponível no Brasil, depois, em 2008, fui para os Estados Unidos. Desembarquei em Nova York, fui ao Missouri, a Kansas City e de lá fui para várias cidades importantes para ele como Belton, Maryville e Warrensburg.
O Carnegie tem um tom forte de autoajuda. Como o senhor vê isso?
Isso levou a academia a não estudá-lo seriamente. Depois dele se criou a literatura de autoajuda. Mas ele tinha preparo para escrever sobre isso: escrevia de forma simples e acessível. Quando penso no Carnegie penso o que ele fez para milhões de pessoas.



