Um homem de 45 anos, preso na quarta-feira (17), em Fazenda Rio Grande, região metropolitana, será submetido a exame de DNA, que vai apontar se o acusado tem relação com a morte da menina Rachel Genofre. A garota foi encontrada morta em novembro de 2008, em uma mala que foi abandonada na Rodoferroviária de Curitiba.
José Carlos Alves havia sido condenado pela Justiça, por ter abusado da enteada que, segundo o processo, sofre de problemas mentais. As suspeitas de relação de Alves com o caso Rachel Genofre começaram depois que a polícia apurou que ele trabalhou como guardador de carros nas imediações do colégio onde a menina estudava.
A delegada Vanessa Alice, que preside o inquérito que investiga a morte de Rachel, confirmou que Alves será submetido ao exame, mas minimizou as suspeitas sobre o guardador de carros. De acordo com Vanessa, Alves não é o primeiro suspeito que trabalhava nas proximidades da escola e que será submetido ao teste. A delegada acrescentou que as investigações se desenvolvem, no momento, em duas linhas. Nenhuma delas tem conexão com este novo suspeito.



