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Blumenau

Empresário paranaense é investigado por adulteração de combustível

Sócio de rede de postos chegou a ser preso na terça-feira (19), por crime de desobediência. Prisão foi revogada no início da noite desta quarta-feira (20)

O empresário paranaense Ricardo Menegatti, 32 anos, sócio de uma rede de postos que leva seu sobrenome, está sendo investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina, acusado de adulteração de combustíveis. Na manhã de terça-feira (19), Menegatti chegou a ser detido, em Blumenau, mas a prisão dele foi revogada no início da noite desta quarta-feira (20), quando ele foi posto em liberdade novamente.

O empresário foi preso por crime de desobediência porque, segundo a polícia, ele não respondeu a uma série de intimações judiciais para prestar esclarecimentos em um inquérito policial que investiga supostas irregularidades em um dos postos de combustíveis que pertenceria à rede e que está situado na cidade de Gaspar (SC).

O advogado de Menegatti, Raphael Volpato Broering, informou que recebeu a confirmação da Justiça de que a prisão do acusado havia sido revogada por volta das 18h30 desta quarta. Segundo o advogado, por volta das 18h45, Menegatti já estava em casa.

Broering disse que Menegatti tem residência fixa há quatro anos em Blumenau, mas que as intimações judiciais não chegavam até ele porque eram entregues em um posto de gasolina que também pertence à rede. "Ele [Menegatti] nunca tomou ciência dessas intimações. Por isso, não se apresentou à polícia para prestar esclarecimentos", explicou.

De acordo com o advogado, antes de ser libertado, Menegatti foi interrogado pela polícia, sobre o inquérito no qual é investigado. O procedimento corre pela Delegacia de Gaspar, que deve concluir o inquérito nos próximos dias.

A investigação

Em 2008, um posto de combustíveis que atuava sob a bandeira Menegatti foi interditado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), porque, de acordo com as investigações, comercializava gasolina com teor de álcool de 36%, índice acima dos 25% permitidos por lei.

Segundo Broering, a ANP não concluiu a investigação sobre a suposta adulteração de combustível, por isso não é possível afirmar que houve irregularidade.

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