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Itupeva

Especialista acredita que falha mecânica provocou queda de helicóptero

Acidente ocorreu nesta segunda-feira em Itupeva, interior de SP. Um empresário morreu e 5 pessoas ficaram feridas após a queda

O presidente da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero, Cleber Mansur, analisou nesta terça-feira (6) as imagens da queda de um helicóptero em uma fazenda em Itupeva, a 73 km de São Paulo. Para ele, a hipótese mais provável é a de falha mecânica. No acidente, o empresário Gilberto Botelho de Almeida Ramalho, de 65 anos, morreu e cinco pessoas ficaram feridas.

As imagens mostram que o helicóptero desce com o bico para baixo. "Ele está descendo com uma labareda. Aí, bate no chão e acaba de pegar fogo. O piloto não tinha mais controle do helicóptero, ele perdeu potência muito perto do chão", diz. O presidente da associação diz que conhece bem o piloto que comandava o helicóptero, um profissional experiente. E acredita que ele não teve culpa no acidente. "Não existe nada que o piloto faça que provoque fogo no helicóptero. É totalmente impossível."

O helicóptero era antigo, mas tinha passado por uma reforma havia 3 anos e meio, quando foi comprado pelo empresário. No começo de dezembro, passou por uma revisão.

Pouso

O helicóptero se preparava para pousar próximo à sede da fazenda quando aconteceu o acidente. As imagens mostram quando ele aparece com fumaça no motor. A aeronave despenca de uma altura de pelo menos 20 metros. Uma pessoa consegue sair com ferimentos na perna.

Em seguida, o piloto e o copiloto aparecem se afastando do local pela grama. Severino da Silva, funcionário da fazenda, chega em seguida para ajudar. "Quando eu cheguei o fogo estava muito alto e o piloto falou 'eu já estou salvo'", afirmou.

Segundo a polícia, o empresário ficou preso nas ferragens e morreu carbonizado. A mulher dele e as duas adolescentes que também estavam na aeronave tiveram ferimentos leves e já foram liberadas. O empresário era dono de uma fábrica de barcos e lanchas.

A área foi isolada. Os policiais estão preservado o local para que os oficiais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) façam a perícia. A Polícia Civil também vai apurar as causas do acidente.

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