A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.
De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), a comparação da impressão digital do corpo com a da carteira de indentificação é feita na hora. A família deve comparecer ao IML, com o documento de Francisca, ainda neste semana.



