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Lei seca

Governo federal estuda criar medida contra aplicativos anti-blitz

Ministério das Cidades não descarta propor mudança na legislação para tirar do mercadoaplicativos que ajudam a burlar a fiscalização

Durante coletiva que destacou a relação entre álcool e acidentes de trânsito, nesta terça-feira (19), o representante do Ministério das Cidades afirmou que a pasta estuda medidas contra aplicativos e redes que ajudam o motorista a fugir da blitz.

"O que estamos fazendo para cuidar disso? A principal coisa é uma alteração legislativa, hoje não tem nenhuma proibição que tire esses aplicativos do mercado. Há uma discussão dentro Ministério das Cidades e do Denatran [Departamento Nacional de Trânsito] para buscar uma fórmula para combater essa forma de burlar a fiscalização da Lei seca", afirmou Alexandre Macedo, ministro das Cidades interino.

Nova lei seca

Em vigor desde 29 de janeiro, a nova lei seca está mais rigorosa. Se o condutor for flagrado com uma taxa igual ou superior a 0,05 miligrama de álcool por litro de ar (mg/l), será autuado e multado em R$ 1.915,40, respondendo por infração gravíssima, terá a carteira de habilitação recolhida e o direito de dirigir suspenso por 12 meses.

Antes, o limite era 0,1 miligrama de álcool por litro de ar. O registro de uma taxa igual ou superior a 0,34 mg/l incorrerá em crime, punível com detenção de seis meses a três anos.

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