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Entrevistas

Hauly nega Bernardo e diz que o PT quer esmagá-lo

Gazeta do Povo – O senhor pediu dinheiro em troca de apoio ao Nédson nas últimas eleições para a prefeitura de Londrina?Luiz Carlos Hauly – Não. Em 2000 eu não levei 20 segundos para declarar meu apoio ao Nédson. Mas em 2004 eu havia visto a incompetência do PT em administrar a cidade. Decidi não apoiá-los. Alguns quadros do PSDB decidiram apoiar o PT. Eu não quis e, por outro lado, não ia apoiar o Belinati que é meu desafeto político há 20 anos. Essa história de dinheiro é invenção. É o ataque da quadrilha.

Estão atacando o senhor?A Soraya é militante do PT. Foi tesoureira da campanha do Nédson. Ela denunciou o esquema de caixa 2 na campanha de Londrina na Polícia Federal e no Ministério Público. A partir daí, esses caras enlouqueceram. Esse esquema de Londrina é um braço do valerioduto. Inventaram que eu estaria por trás dessa menina. Mas, na verdade, quem se aliou ao Janene em Londrina foram eles. A coleta de lixo em Londrina durante a gestão do Bernardo ficou na mão de empresas ligadas ao Janene. Eu estou a três anos investigando Itaipu. Na campanha de 2004, a Itaipu Binacional gastou em propaganda mais de R$ 10 bilhões. Que gasto de publicidade é esse se a Itaipu não tem concorrente e é uma empresa estatal. A mulher do Bernardo é diretora-financeira da Itaipu. As coisas se ligam. Eles têm motivo para estarem com raiva de mim. Querem me esmagar. (GV)

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