A implosão do Edifício Moinho, danificado durante um incêndio na Favela Moinho em 22 de dezembro, na região central de São Paulo, foi marcada oficialmente para as 16 horas deste domingo (1º), e não para as 17h como previsto pela Prefeitura na sexta-feira (30).
O prefeito Gilberto Kassab e técnicos contratados pela Prefeitura e da Defesa Civil estiveram no local neste sábado (31) para última vistoria e instalação dos explosivos.
Serão utilizados para a implosão aproximadamente 800 quilos de dinamite. A limpeza no local deve ser feita logo em seguida.
A Prefeitura pediu que os moradores de um raio de 500 metros do local deixem suas casas duas horas antes da demolição e que retornem às residências 30 minutos depois.
O risco de desabamento do prédio mantém proibida a circulação dos trens da CPTM que passavam próximos à região. As linhas Rubi e Diamante foram interditadas entre as Estações Barra Funda e Luz e Barra Funda e Júlio Prestes, respectivamente, e podem ser liberadas a partir da terça-feira.
O incêndio na Favela do Moinho deixou dois mortos e 1,5 mil desabrigados. 368 barracos pegaram fogo.



