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Voo 447

Indenizações das famílias do voo 447 estão em andamento, diz Air France

Companhia aérea disse que seguradora já contatou a famílias das vítimas; Parentes se mobilizam para acionar Air France nos tribunais europeus

Parte dos destroços recolhidos estão armazenados no Recife | Stringer/Reuters
Parte dos destroços recolhidos estão armazenados no Recife (Foto: Stringer/Reuters)
Restos do Airbus A330 da Air France foram mostrados no hangar de uma base da Força Aérea Brasileira (FAB) no Recife |

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Restos do Airbus A330 da Air France foram mostrados no hangar de uma base da Força Aérea Brasileira (FAB) no Recife

Jornalistas registram as primeiras imagens das peças resgatadas do Airbus da Air France |

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Equipes da FAB realizam buscas por vítimas do acidente com o Airbus 300 |

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Tripulante do avião da FAB procura por sinais do Aibus desaparecido; navios e aviões franceses também integram as forças de busca |

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Forças de buscas identificam e coletam mais destroços no mar que podem ser do Airbus da Air France que sumiu no dia 31 |

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Integrantes das forças armadas voltam para um dos navios brasileiros após coletar destroços no mar |

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Integrantes das forças armadas voltam para um dos navios brasileiros após coletar destroços no mar

Equipes da Marinha retiram do mar destroços do avião da Air France, que desapareceu quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris |

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Helicóptero Puma ajudou no transporte dos corpos das vítimas do Airbus; 16 corpos foram levados para o IML de Recife nesta quinta-feira |

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Submarino nuclear se encaminha para a área de busca: prazo para achar caixas-pretas acaba em 20 dias |

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Corpo é transportado em Fernando de Noronha |

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Corpo é transportado em Fernando de Noronha

A Air France informou neste sábado (13) que a seguradora que trabalha para a empresa aérea já entrou em contato com todas as famílias do voo 447. De acordo com a companhia, os processos de indenização estão em andamento.

As famílias das vítimas do voo 447 estão se mobilizando para acionar a Air France em tribunais da Europa. É provável que eles enfrentem um longo caminho até conseguir uma indenização.

Na tragédia com o Boeing da Gol, em 2006, em Mato Grosso, Eulália Machado de Carvalho perdeu o marido. Para conseguir a indenização, ela teve de lidar com a lentidão da Justiça. "Os acordos, quando são feitos, me parece, é porque chega num ponto que a gente não agüenta mais", disse.

O acidente matou 154 pessoas. A Gol informa que até agora fechou acordo com parentes de 111 passageiros. Os valores são mantidos em sigilo.

Já no acidente com o Air Bus da TAM, que matou 199 pessoa há dois anos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, os processos estão sendo encerrados com mais rapidez. Segundo a empresa aérea, até o momento, foram feitos 178 acordos.

Archelau Xavier perdeu a filha no acidente da TAM e fechou acordo com a empresa. "Do seu lado, o seu time é um bocado de criança chorando, e, do outro lado, tem gente que tem que baixar o custo. O negócio é extremamente desleal", diz.

O advogado Geraldo Tardin diz que, passado o choque inicial do acidente, a empresa envolvida costuma jogar duro. "Ela tem um jurídico capacitado, à sua disposição, contra uma família, que é vulnerável. Não tem um potencial econômico como o dessa empresa para brigar dez, 12 anos, sem sofrer conseqüências disso."

Sandra Assali, presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos, perdeu o marido no acidente com o Fokker da TAM, que caiu há 13 anos, pouco depois de decolar de Congonhas, em São Paulo. Ela recebeu indenização, mas diz que chegar a um valor não é fácil porque há muitos fatores que são levados em conta. "É a idade da vítima, se era casa, se ele tinha dependentes, se os filhos eram menores, o cargo que ele tinha... Eles fazem toda uma projeção até a idade que ele trabalharia."

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