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Ler e Pensar comemora 15 anos com prêmio mundial

Projeto da Gazeta do Povo e do IGRPCom, que leva o jornal para a sala de aula, é reconhecido pela segunda vez no Prêmio Mundial de Jovem Leitor

  • Bruna Komarchesqui
Na sala de aula, o jornal aproxima os estudantes dos grandes temas da atualidade |
Na sala de aula, o jornal aproxima os estudantes dos grandes temas da atualidade
 
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Ao completar 15 anos de atividade, o Projeto Ler e Pensar, da Gazeta do Povo e do Instituto GRPCom, tem mais um motivo para comemorar neste 2014: o reconhecimento no Prêmio Mundial de Jovem Leitor, concedido pela Associação Mundial de Jornais (World Association of Newspapers, WAN). O projeto foi contemplado na categoria Enduring Excellence, cujo foco são ações de maior durabilidade, ao lado de outros dois projetos da Malásia e de Singapura. Em 2011, o Ler e Pensar havia vencido na categoria Newspapers in Education, que premia projetos de educação com a mídia jornal. Desta vez, a iniciativa brasileira é a única das Américas a ser premiada.

Idealizadora e conselheira do projeto, a jornalista Marleth Silva recorda que o Ler e Pensar nasceu com o objetivo de levar o jornal para a sala de aula, como material didático. “A Gazeta acreditava que o jornal tinha potencial para tornar a aprendizagem mais interessante, porque aproxima os temas das pessoas. E a resposta foi gigantesca, maior do que esperávamos”, recorda. Hoje, o projeto está em 493 escolas – a maioria da rede pública –, de 58 municípios paranaenses, atingindo mais de 100 mil estudantes do primeiro ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio.

“Tem todo perfil de escola e vários contextos: classes especiais, escolas rurais, fase de alfabetização, trabalho com adolescentes. É impressionante a criatividade das pessoas. E o jornal se adapta”, destaca Marleth. Para a jornalista, o grande mérito do projeto é formar leitores mais críticos. “Mesmo assuntos que parecem complicados, as crianças acompanham o suficiente para entender. Esse prêmio, acredito, vem pela insistência no programa, que vai se sofisticando internamente.”

A gestora do projeto, Fernanda Cotrim, do IGRPCom, destaca a qualificação do professor para trabalhar com o jornal e as avaliações anuais como pontos positivos do Ler e Pensar. “Temos resultados no campo da cidadania e da contextualização do conhecimento. Em algumas zonas, sem internet, o único acesso à informação é o jornal que o aluno leva para casa. Temos casos de pais que se interessaram pela leitura a partir disso.”

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