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Loja de shopping em Curitiba vendia tablets falsificados

Um funcionário do estabelecimento foi preso e disse à polícia que a mercadoria era comprada no Paraguai, sem nota fiscal

Produto do Paraguai era vendido em caixas da Positivo Informática | Divulgação / Polícia Civil
Produto do Paraguai era vendido em caixas da Positivo Informática (Foto: Divulgação / Polícia Civil)

O funcionário de uma loja de eletrônicos, localizada em um shopping de Curitiba, foi preso depois que a polícia descobriu que o estabelecimento vendia tablets falsificados. Os equipamentos eram comprados no Paraguai, sem nota fiscal, e eram comercializados como se fossem da marca Positivo Informática. O nome da loja não foi divulgado pela polícia.

Policiais da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas receberam a denúncia da própria Positivo, que identificou o crime. "Um cliente deve ter procurado a assistência técnica e a empresa verificou que o produto não era verdadeiro", disse o delegado Vinícius Martins.

Na compra, era fornecida uma nota fiscal da loja e, por meio desta nota, a Positivo identificou qual era o estabelecimento. "Eles foram lá e encomendaram 30 tablets e então avisaram a polícia", relatou o delegado. Os tablets tinham um adesivo da marca e eram vendidos dentro de uma caixa personalizada. "Se comparar a caixa falsa com a original, é possível ver a diferença, mas uma pessoa leiga compra o produto pensando que é de uma marca nacional e leva a falsificação", explicou. Os aparelhos eram vendidos abaixo do preço de mercado, conforme a polícia.

O funcionário da loja foi preso em flagrante, no momento em que entregava os 30 tablets encomendados. Ele foi autuado por fraude, crime contra a marca e contrabando e descaminho, e foi liberado com pagamento de R$ 2 mil de fiança. Na delegacia, o empregado confirmou que o produto vinha do Paraguai e não tinha nota. O proprietário do local foi identificado e deve comparecer à delegacia nos próximos dias.

Os 30 tablets foram apreendidos, mas, como não havia um mandado de busca para o estabelecimento, a polícia não pode fazer uma vistoria completa. "A investigação continua, acreditamos que existam mais equipamentos contrabandeados no local", declarou Martins.

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