
O ex-diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, Humberto Candeias, foi preso ontem, acusado de participar de um esquema de fraudes para acobertar a derrubada clandestina de mata nativa para a produção de carvão. Ele foi um dos alvos da operação "Máfia Verde", desencadeada pelo Ministério Público. Além de Candeias, pelo menos outros quatro ex-servidores do órgão ambiental também foram presos. Segundo o MP, o grupo também é acusado de desvio de verbas, cancelamento ilegal de multas de infrações ambientais, apropriação de honorários, fraude em licitações, acordos judiciais irregulares e pagamento indevido de diárias.



