Em 2011, as zonas 1 e 7 foram as mais perigosas para os maringaenses quando o assunto foi assaltos. Balanço divulgado pela Polícia Militar (PM) mostrou que no ano passado foram registradas 1.256 boletins deste crime. Desses, 13,6% foram na Zona 1 e 10,5% na Zona 7. Jardim Alvorada (6,1%), Zona 2 (4,2%) e Vila Morangueira (3,3%) são as outras regiões que completam a lista dos cinco bairros com maior registro de roubos.
O tenente Alexandro Marcolino Gomes, responsável pela comunicação social do 4º Batalhão, explicou que nessas áreas há maior circulação de pessoas, consequentemente acaba concentrando também os autores do crime. A PM observa ainda que nessas regiões há vários serviços bancários e setor de compras, o que também despertaria a atenção dos ladrões.
Gomes conta que houve uma redução no número de roubos registrados em 2010, mesmo sem a exatidão dos casos de 2010. "Comparando os dados parciais, é possível dizer que houve uma redução de assaltos, pois desencadeamos muitas ações e operações na cidade. Utilizando essas estatísticas [de quais regiões estão mais violentas], percebemos onde tem maior incidência e conseguimos preveni-las."
Gomes lembra que são considerados roubos as ocorrências em que a vítima presencia o crime. "No entanto, não são em todas que há grave ameaça ou violência."
Cuidados
Além do trabalho da PM, o tenente Alexandro Gomes enumerou algumas recomendações para evitar os roubos:
- Pessoas não devem ostentar joias e roupas caras;
- Bolsa preferencialmente na frente, sempre presa a pelo menos um dos braços;
- Homens que usam pastas e outros acessórios também devem segurar bastante os objetos, para que esses não sejam de fácil arrebatamento;
- Colocar carteiras sempre no bolso dianteiro, que geralmente é mais firme. No caso do uso de calças sociais, utilizar os bolsos na parte de trás, que têm botões;
- Fazer os saques no caixa eletrônico de forma discreta e não sair pelas ruas contando o dinheiro;
- Priorizar uso de cartão de crédito e cheques, ao invés, de dinheiro em espécie;
- Nas residências e empresas, não deixar os portões abertos.



