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Tranquilidade

Força-tarefa não registra ocorrências durante vestibular da UEM

De acordo com a Polícia Militar, não houve registros de venda ou consumo de bebidas alcoólicas, perturbação de sossego ou outros crimes entre as 20h de sexta-feira (16) e as 23h59 de terça-feira (20)

A Força-Tarefa para garantir o cumprimento da Lei Seca no entorno da Universidade Estadual de Maringá (UEM) não registrou qualquer ocorrência durante a realização do Vestibular de Inverno 2010. Segundo o oficial de comunicação do 4º Batalhão de Polícia Militar, o tenente Alexandro Gomes, os mais de cem PMs, agentes da Guarda Municipal e da Secretaria de Transportes (Setran) não flagraram venda e consumo de bebidas alcoólica, perturbação de sossego ou qualquer outro crime, das 20h de sexta-feira (16) às 23h59 de terça-feira (20).

O tenente afirma que o sossego já é comum no quadrilátero entre a Avenida Colombo e a Rua Vitória e a Avenida Morangueira e a Rua Quintino Bocaiúva (com exceção para a Rua Vitória e a Avenida Morangueira), onde a lei é válida, durante os vestibulares. "No primeiro ano da lei [2008], a região deixou de ser palco de bagunça, mas registramos ocorrências na Vila Olímpica, que fica do outro lado da Colombo", lembra o tenente. "Hoje, as pessoas respeitem a lei, mas alguns comerciantes ainda reclamam de prejuízos, por não poderem vender bebidas alcoólicas."

Antes de 2008, porém, a realidade era diferente no entorno da UEM. Depois da realização das provas, vestibulandos, universitários e outras pessoas chegavam a fechar algumas ruas e avenidas do Jardim Universitário. "Naquela época, havia consumo de drogas, muitas brigas e som alto nessa região", conta o tenente. "Os moradores não conseguiam dormir."

A Lei Seca foi sancionada pelo prefeito Silvio Barros no dia 27 de junho de 2008. A Lei proíbe a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos comerciais e por vendedores autônomos no entorno da UEM durante o vestibular. As pessoas flagradas desrespeitando a Lei podem ser multadas em R$ 5 mil (comerciantes) e R$ 500 (vendedores autônomos). Consumidores podem ter a bebida apreendida e descartada.

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