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Maringá

Grupo de Okinawa apresenta tradição japonesa com música e dança neste fim de semana

Peça já percorreu 26 países e encanta o público com suas cores e melodias

Espetáculo com muito canto, dança, utilizando tambores e outros instrumentos japoneses | Divulgação
Espetáculo com muito canto, dança, utilizando tambores e outros instrumentos japoneses (Foto: Divulgação)

O Grupo Canto e Dança de Okinawa Chura, composto por 20 mulheres da província de Okinawa, extremo sul do Japão, encerra sua turnê brasileira da peça musical "Okinawa, Ilha das Paixões" na cidade de Maringá, com apresentações neste fim de semana no Teatro Marista.

O grupo procura mostrar a tradição da província, que também tem fortes traços da cultura chinesa. "É um espetáculo com muito canto, dança, utilizando toda a força dos tambores e outros instrumentos musicais japoneses. É colorido e mostra toda a alegria do povo daquele país", fala o coordenador da turnê no Brasil, Nelson Okumura.

A turnê começou em São Paulo no dia 21 de novembro, passou por diversas cidades do interior paulista e terminará em Maringá, com as comemorações do Centenário da Imigração Japonesa. A peça já foi vista em 26 países, com mais de 500 apresentações, inclusive no Japão.

A peça musical será apresentada em duas partes: "O Alvorecer do Reino de Ryukyu" e "Ilhas em que Ecoam os Cantos dos Deuses". Uma história datada do século XV, no pequeno arquipélago de Ryukyu, onde três pequenos reinos disputavam o poder, tentando cada um deles unir suas forças com as da dinastia Ming (China).

O grupo foi fundado em Okinawa no ano de 1999, como primeiro grupo profissional de danças de mulheres, pela Sra. Hideko Tamashiro, 2.ª geração de iemoto (mestre-mor) da Gyokusen-kai do Tamashiro-ryu. Esse grupo foi formado por jovens mulheres especialmente talentosas, responsáveis pelo futuro da dança de Okinawa, escolhidas dentro da escola de arte Gyokusen-kai, que é a maior associação do Tamashiro-ryu, renomado estilo no mundo de danças de Ryukyu.

"A província tem uma história pelicular, pois até o século XVIII era independente do Japão, isso faz com que tenha também uma cultura com algumas distinções do restante do país", explica Okumura

Serviço:Local: Teatro MaristaDatas: 5 e 6 de dezembro, às 20h Ingressos à venda na Acema e na bilheteria do teatro a R$ 20,00, R$ 15,00 (inteira) e R$10 e R$8 (meia-entrada) .

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