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Maringá

Lojistas esperam crescimento de 20% nas vendas do Dia das Crianças

Estudo da Acim revela que 71% dos comerciantes entrevistados esperam vender mais do que no mesmo período do ano passado

Apesar do otimismo, a pesquisa apontou que 67% dos entrevistados estão programando promoções de preços. O índice é 9% menor do que em 2009 | Arquivo / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Apesar do otimismo, a pesquisa apontou que 67% dos entrevistados estão programando promoções de preços. O índice é 9% menor do que em 2009 (Foto: Arquivo / Agência de Notícias Gazeta do Povo)

O comércio maringaense está otimista para o Dia das Crianças, que será celebrado no próximo dia 12 (terça-feira). Foi o que revelou a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (4) pela Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim). O relatório apontou que 71% dos comerciantes entrevistados esperam vender mais do que no mesmo período do ano passado. Dentre estes, 70% acreditam que vão superar as vendas do ano passado em pelo menos 20%.

O estudo realizado pelo Departamento de Pesquisa (Depea) da Acim ainda apontou que 87% dos entrevistados estão otimistas com as vendas (5% a mais do que no ano passado), sendo que 16% deste grupo esperam pelo menos repetir as vendas de 2009. A pesquisa foi realizada entre 29 de setembro e esta segunda (4) com 70 empresas do comércio varejista associadas à Acim.

Uma das lojistas otimistas está Ellen de Angelis Pereira dos Santos, proprietária da D’Angelis Presentes, que espera vender 30% a mais do que em 2009. "Sempre buscamos superar nossas vendas. É difícil ter 100% do que os pais procuram, mas fazemos o possível para que eles encontrem na loja o diferencial", afirmou em entrevista ao site da Acim.

Menos descontos

Apesar do otimismo, a pesquisa apontou que 67% dos entrevistados estão programando promoções de preços. O índice é 9% menor do que em 2009. A maioria dos entrevistados também não pretende contratar funcionários temporários, situação inversa ao do ano passado, quando 70% dos empresários contrataram mais trabalhadores para atender à demanda.

A maioria dos lojistas (69%) acredita que o gasto médio por compra será de até R$ 80. Entre as formas de pagamento previstas, 63% dos comerciantes estimam que as vendas serão com cartão de crédito parcelado, 21% crediário da loja e 13% a vista em dinheiro.

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