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Televisão

MP quer apreender passaporte de ex-BBB

Advogado defende a volta ao programa de modelo expulso do Big Brother por suspeita de estupro

O Ministério Público requereu ontem a apreensão do passaporte do modelo Daniel Echaniz, participante expulso do Big Brother Brasil (BBB) 12 que está sob investigação policial por "estupro de vulnerável". O pedido foi feito à Justiça com o objetivo de impedir que ele viaje a trabalho para o exterior.

O advogado Wilson Matias, que o representa, disse que há convites para o modelo ir à Itália e à África do Sul, mas negou que ele tenha a intenção de viajar agora. Quer, antes, "resgatar sua imagem". Daniel afirmou à polícia que não fez sexo com a colega de programa Monique Amin. Ambos estavam conscientes ao "dar e receber" carícias, especificou o advogado.

Matias afirmou que, em­­bora não tenha recebido ameaças, Daniel teme pela sua vida, por causa da suspeita de crime grave. Disse também que ele deseja voltar ao reality show – o que já foi descartado pela TV Globo. "Nosso objetivo é que ele limpe sua imagem e retorne ao programa."

Ele não entrou em detalhes sobre o depoimento do cliente, porque o caso corre em segredo de Justiça, mas afirmou que o relato é idêntico ao de Monique, segundo o qual tudo foi consentido.

Matias deixou no ar a ques­­tão racial. "Se fosse o Rafa, o galã [branco], ele teria sido excluído? Daniel foi por ser descendente de afro? Ele é um camarada frágil, sensível, de vida ilibada, sem nenhuma mácula. A família está des­­truída."

Daniel não participou da entrevista. Não queria correr o risco de a Globo puni-lo sob alegação de quebra do contrato de exclusividade de seis meses de duração assinado por todos os BBBs, cuja multa é de R$ 1,5 milhão (ele só pode dar declarações à Globo).

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