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Saúde

Ocorrências de rubéola crescem dez vezes no PR

Estado registrou 32 casos da doença em 2007 contra apenas três em 2006

Sting: sem dom para as rimas | Arquivo Gazeta do Povo
Sting: sem dom para as rimas (Foto: Arquivo Gazeta do Povo)

O número de casos de rubéola registrados no Paraná desde o início de 2007 já é dez vezes maior do que no ano passado. De janeiro a outubro, foram notificados 32 casos, enquanto que em 2006 haviam sido detectados apenas três. Curitiba é a cidade com maior número de registros, 12, seguida por Cascavel, com oito e Foz do Iguaçu, com três. Por isso, a prefeitura da capital está fazendo uma convocação para a população se vacinar contra a doença. Em todo o país, desde o início do ano, já foram confirmados 4.178 casos da doença, a maioria (2.912) registrada a partir de agosto. Ao todo, 272 municípios em 16 estados já notificaram infecções.

Apesar do número crescente de casos, por enquanto não há previsão para a realização de uma campanha de vacinação. O Ministério da Saúde informou, por meio da assessoria de imprensa, que estuda a possibilidade de lançar uma campanha para vacinar principalmente homens, com idade entre 20 e 34 anos, no próximo ano. Por conta da prioridade de imunização dada a crianças e mulheres em idade fértil, a população masculina dessa faixa etária tornou-se mais suscetível à infecção. Dos 32 casos registrados no Paraná, 24 são em homens, sendo 18 em indivíduos com idade entre 20 e 29 anos.

De acordo com a responsável pela Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Estado da Saúde, Nilce Haida, embora não haja uma ação coordenada no combate à doença, a vacina está disponível nas unidades de saúde gratuitamente. "Estamos orientando que tomem a vacina principalmente executivos que viajam muito, caminhoneiros e profissionais de saúde", afirma.

Gestantes

Embora na maioria dos casos a doença tenha uma evolução benigna, a rubéola representa risco quando acomete mulheres grávidas. Bebês de gestantes que contraem a doença correm risco de desenvolver malformações, problemas de visão, audição e doenças relacionadas ao coração. Além disso, essas crianças podem atuar como agentes de transmissão do vírus por até dois anos.

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