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Hanseníase

Oficina capacita profissionais de saúde a tratarem da hanseníase no Paraná

Cerca de 50 profissionais de todas as regiões do estado acompanham o tratamento de 17 pessoas por médicos experientes no assunto e levam experiências para os centros médicos de suas cidades

A Secretaria Estadual da Saúde encerra nesta sexta-feira (19) uma oficina de capacitação de profissionais da saúde para cirurgias de reabilitação para pacientes com hanseníase. A atividade faz parte de um mutirão promovido pela Secretaria Estadual de Saúde desde a última segunda-feira (15) e é combinada com um mutirão que tem como meta realizar 17 cirurgias realizadas em uma semana.

A formação tem o objetivo de tornar trabalhadores de diversas áreas da saúde do estado a serem capazes de tratar a hanseníase por meio da cirurgia e outras técnicas de recuperação.

As aulas são promovidas em uma parceria entre o órgão estadual e a ONG NHR Brasil. Participam desta etapa, com término nesta sexta-feira, cinquenta profissionais de 11 regionais de saúde. São ortopedistas, hanseonologistas – especialistas em hanseníase –, generalistas e terapeutas reunidos na atividade. Participam funcionários das regiões de Paranaguá, Região Metropolitana de Curitiba, Guarapuava, Pato Branco, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Paranavaí, Londrina, Cornélio Procópio e Toledo.

O método das aulas é composto por uma demonstração sobre como atender as pessoas com a enfermidade. O médico ortopedista Elifaz de Freitas Cabral, de Rondônia; a dermatologista e hansenologista, Maria Kátia Gomes, do Rio de Janeiro; e o fisioterapeuta Silvio Cesar Leite Parente, do Distrito Federal demonstram aos alunos como devem ser atendidos os pacientes. Estão incluídos nas prescrições de tratamento cirurgia de descompressão dos nervos, transferência de tendões ou tratamento de feridas crônicas.

Hanseníase no Paraná

A Hanseníase é uma doença causada por uma bactéria que afeta nervos e pele. Desde maio, 32 cirurgias foram realizadas no Centro Hospitalar de Reabilitação, em Curitiba. No Paraná, 122 pessoas estão na fila esperando pela operação. Antes de se submeter ao processo cirúrgico é necessário fazer uma avaliação para verificar se a cirurgia é o procedimento indicado, já que sessões de fisioterapia podem ser uma forma de tratamento alternativa.

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