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Rio de Janeiro

Polícia Civil vai investigar morte de cadete do Exército

Aman informou que também instaurou um inquérito policial militar para apurar o fato ocorrido com o cadete, e negou ter omitido socorro ao aluno do 3º ano do Curso de Artilharia

O delegado da 89ª DP (Resende), Marcus Drucker Brandão, vai investigar a morte do cadete da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). O corpo de Renan Mendonça Borges Gama, de 23 anos, será enterrado nesta sexta-feira, no Cemitério São Miguel, em São Gonçalo. Ele morreu na quinta, no Hospital Samer, em Resende, onde estava internado desde o dia 24 de setembro, após passar mal durante um exercício de campo. Renan deu entrada na unidade hospitalar com diagnóstico de rabdomiólise e insuficiência renal aguda, segundo o médico Henrique Miller Balieiro.

Em nota, a Aman informou que também instaurou um inquérito policial militar para apurar o fato ocorrido com o cadete, e negou ter omitido socorro ao aluno do 3º ano do Curso de Artilharia. Segundo a polícia, os parentes do militar informaram que iriam acompanhar as investigações instauradas pela Polícia Civil e Aman, mas que em nenhum momento falaram se pretendiam mover ação na Justiça contra o Exército.

Em entrevista ao portal G1, Pedro Luiz Nascimento Motta, vizinho da família de Renan em São Gonçalo, disse que o cadete foi internado com falência renal. Pedro Luiz denunciou que, em conversa com outros cadetes, soube que Renan participava com um grupo de um exercício de campo em que são realizadas várias atividades militares por períodos de três a cinco dias. Segundo vizinho, cadetes disseram que Renan começou a se queixar de dores durante os exercícios e informou o problema aos superiores, mas não teria recebido atendimento.

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