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Violência no Rio

Policiais fazem manifestação em Copacabana contra assassinato de colegas

Segundo levantamento da ONG Rio de Paz, 152 policiais militares foram mortos no Rio de Janeiro nos últimos dois anos

Policiais civis, militares e rodoviários federais participam de manifestação na Praia de Copacabana neste domingo (14) para protestar contra o assassinato de colegas. Muitos vestem camisetas pretas com a inscrição "Basta". Segundo levantamento da ONG Rio de Paz, 152 policiais militares foram mortos no Rio de Janeiro nos últimos dois anos - mais outros dois casos foram registrados na quinta-feira, 11, e na sexta-feira, 12.

Os manifestantes cravaram cruzes na areia, ao lado de fotografias dos agentes mortos. Eles propõe um abaixo assinado para que a morte de policiais, nos casos em que a profissão seja a motivação para o assassinato, seja transformada em crime hediondo - isso significa que o condenado só poderia pedir a progressão para o regime semiaberto depois de ter cumprido mais de 40% da pena.

A manifestação ocorre no mesmo dia em que o corpo do soldado Ari Rodrigues Pestana Júnior, de 35 anos, foi enterrado. Lotado no 41º BPM (Irajá), o soldado foi morto por criminosos na porta de casa em Olaria, zona norte do Rio, na noite de sexta-feira, 12. O policial lavava o carro, um Chevette, na rua Eça de Queiroz, quando dois homens num Renault prata atiraram contra ele. No local do crime, foram encontradas mais de 20 cápsulas de pistola calibre 380 e 9 mm.

Na quinta-feira (11), o cabo Adelson da Conceição Júnior foi morto numa troca de tiros com quatro assaltantes, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O cabo era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Camarista Méier, na zona norte, e resistiu a uma tentativa de assalto.

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