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Dia de fúria

Policial civil à paisana prende vigia de banco que pediu sua identificação

Um segurança da empresa de vigilância Gocil, contratada para prestar serviços à agência do banco HSBC do Alto da XV, em Curitiba, foi vítima da irritação de um policial civil ontem. O policial, à paisana, foi até o banco por volta das 13h30. Ele estava portando uma arma e o segurança do estabelecimento pediu uma identificação para deixá-lo entrar na agência. Irritado, o policial deu voz de prisão contra o vigilante.

Uma viatura do Centro de Operações Policiais Especiais foi até o local e, mesmo após conversar com o gerente do banco, o policial não abriu mão da voz de prisão. O segurança foi levado para o 5.º Distrito Policial. No local, representantes da Gocil e o policial chegaram a um acordo e a queixa não foi efetuada, segundo o superintendente da delegacia José Antônio Braga.

O policial civil alegou desacato à autoridade ao pedir a prisão do segurança. "Houve um mal-entendido e já foi resolvido", disse um funcionário da Gocil. O banco HSBC, por meio de sua assessoria, disse que o procedimento do segurança do banco foi correto e a norma do banco é que se peça a identificação de qualquer pessoa armada e sem fardas.

Como não houve queixa, a delegacia não possuía os nomes do funcionário ou do policial civil. O HSBC e a Gocil também preferiram não divulgar o nome do segurança.

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