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Curitiba

Presas mulheres suspeitas de participar da morte de guarda municipal

Elas teriam atraído a vítima para fora da Unidade de Saúde, onde ele fazia segurança. A polícia ainda procurar o homem suspeito de efetuar os disparos

Segundo a polícia, as mulheres são usuárias de crack e teriam participado do crime em troca de drogas | Gladson Angeli - Gazeta do Povo
Segundo a polícia, as mulheres são usuárias de crack e teriam participado do crime em troca de drogas (Foto: Gladson Angeli - Gazeta do Povo)

Duas mulheres suspeitas de envolvimento no assassinato do guarda municipal Mauro César de Carvalho, 46 anos, foram apresentadas na Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) na tarde desta segunda-feira (20). Stefany Witheney da Silva Gonçalves, 20 anos, e Ednéia Carneiro, 22, foram presas no final da tarde de sexta-feira (17) acusadas de atrair a vítima. A polícia ainda procurar o homem que teria feito os disparos.

Carvalho foi encontrado morto no dia 12 de julho na Unidade de Saúde São José, no bairro Augusta, próximo à Cidade Industrial de Curitiba. Ele fazia a vigilância do local e foi morto com seis tiros. De acordo com as investigações da polícia, o autor dos disparos é Rodrigo Garnier, 23 anos, que está foragido.

Segundo a polícia, as duas suspeitas são usuárias de crack e em troca de droga teriam atraído a vitima para fora da Unidade de Saúde. A intenção de Garnier era roubar a arma e o colete a prova de balas do guarda. Ao sair do local para ver o que as jovens queriam, Carvalho foi atacado e reagiu, mesmo estando desarmado. Garnier atirou seis vezes contra o guarda, que morreu no local. O colete foi roubado, o que caracterizou latrocínio (roubo seguido de morte).

"Logo após o crime conseguimos pistas que levaram às moças. Elas contaram como participaram e apontaram o Rodrigo como o autor dos tiros que mataram o guarda. Ele tem passagens por roubo e respondia em liberdade", disse o delegado da DFR, Luiz Carlos Oliveira.

As mulheres foram autuadas como co-autoras do latrocínio e já tiveram a prisão preventiva decretada. As duas ficarão detidas no Centro de Triagem I. Caso sejam condenadas podem pegar até 30 anos de prisão.

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