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Caso Liana

Sentença para assassinos será conhecida hoje

São Paulo – Será conhecida hoje a sentença para os assassinos do casal Liana Friedenbach, de 16 anos, e Felipe Caffé, de 19 anos, mortos brutalmente em 2003, em Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Antônio Matias de Barros, Agnaldo Pires e Antônio Caetano da Silva são acusados de formação de quadrilha, estupro, cárcere privado e homicídio. A defesa argumenta que eles agiram a mando do menor Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha.

O principal depoimento do primeiro dia de julgamento foi do pai de Liana, o advogado Ari Friedenbach. Ele pediu que os três acusados saíssem do plenário durante seu depoimento. E disse esperar que os acusados sejam condenados à pena máxima. "Minha esperança é que eles sejam condenados à pena máxima. Não estou falando só como pai, mas como cidadão. Acho que a sociedade espera essa resposta, que é a condenação de pessoas que são capazes de cometer uma verdadeira atrocidade sem motivo", afirmou o advogado.

Em 18 minutos, Friedenbach falou sobre o relacionamento que tinha com a filha e sobre o namoro de Felipe com a jovem, e também relatou à juíza a relação de Felipe com a família Friedenbach. Ele contou em plenário que Felipe era um jovem bastante esforçado e que freqüentava a casa dele desde que começou a namorar Liana.

No dia 31 de outubro de 2003, uma sexta-feira, os namorados Liana, de 16 anos, e Felipe, de 19, saíram para acampar sem que seus pais soubessem. Ela disse à família que viajaria com alguns amigos. Os pais da garota desconfiaram quando Liana não voltou para casa no domingo, 2 de novembro.

A polícia descobriu que os jovens foram vistos em Embu-Guaçu. Cerca de 200 policiais realizaram buscas pela região que duraram mais de uma semana. Os corpos dos dois foram localizados após a prisão de Champinha, que admitiu ter participado do crime. Felipe foi morto com um tiro na nuca. Antes de ser morta com 15 facadas, Liana ficou quatro dias em poder dos criminosos e sofreu abuso sexual.

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