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Prédios da Oi

Sobe para 12 o número de feridos em reintegração no Rio

Entre os feridos estão três crianças, de 9 anos, 13 anos e 6 meses, além de quatro adultos, foram atendidos pelos bombeiros no local

Bombeiros combatem fogo em ônibus que foi incendiado durante a reintegração de posse no Rio | Agência Brasil/Tomaz Silva
Bombeiros combatem fogo em ônibus que foi incendiado durante a reintegração de posse no Rio (Foto: Agência Brasil/Tomaz Silva)

Subiu para 12 a quantidade de pessoas feridas na reintegração de posse do terreno da empresa telefônica Oi, no Engenho Novo, zona norte do Rio, em cumprimento a determinação da juíza da 6ª Vara Cível da Comarca Regional do Méier, Maria Aparecida Silveira de Abreu. Segundo o Corpo de Bombeiros, três crianças precisaram de atendimento. Cinco policiais também foram feridos por pedradas.

Três crianças de 13 e 9 anos e 6 meses, além de quatro adultos, foram atendidos pelos bombeiros no local. Três adultos precisaram ser levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Engenho Novo, que fica a poucos metros do local onde foi instalada a chamada Favela da Telerj.

Uma criança foi encaminhada para o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Segundo a assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde outras vítimas do confronto chegam na unidade com sintomas de inalação de fumaça.

Um dos feridos perdeu a visão de um olho, segundo a assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde do Rio Morador da Favela da Telerj, o entregador de pizza Maycon Gonçalves Melo, de 25 anos, está internado no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Segundo o boletim médico, Melo teve perda do globo ocular esquerdo por ação de corpo estranho. Os médicos descartam a hipótese de ele ter sido atingido por projétil de arma de fogo, mas não fazem menção à bala de borracha.

Entre os policiais, três foram levados também para o Salgado Filho e os outros dois para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, zona norte. A operação conta 1650 policiais militares e 80 bombeiros, de 17 quartéis.

Moradores disseram que três crianças haviam morridos durante os confrontos, informação que não foi confirmada nem pelos Bombeiros, nem pela PM.

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