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Segundo a leitora, duas represas teriam se rompido por causa do excesso de chuva na região de Arapoti
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Trecho da PR-436 que liga Ibaiti a Ribeirão do Pinhal está totalmente alagado
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Casas foram totalmente destruídas com a cheia do Rio
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Ponte sobre o Rio Engano, que deságua no Rio Laranjinha, quase totalmente submersa

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Cozinha da casa ficou cheia de lama em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos provocados pelas chuvas em Sengés

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Estragos da chuva em Sengés

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Moradores perderam vários móveis com o alagamento

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Poste caiu com a força da água em Sengés

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Lama toma conta das ruas de Sengés

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Estragos da forte chuva em Sengés

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Estragos da forte chuva em Sengés

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Estragos da forte chuva em Sengés
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Estragos da forte chuva em Sengés

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Estragos da forte chuva em Sengés

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Estragos da forte chuva em Sengés

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Estragos da forte chuva em Sengés

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Estragos da forte chuva em Sengés

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Água subiu bastante e entrou nas casas

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Vários moradores ficaram desalojados na Região Metropolitana de Curitiba por causa das fortes chuvas

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Na Rodovia dos Minérios, em Almirante Tamandaré, apenas caminhões se arriscam a passar pelos alagamentos

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As casas na beira da Rodovia dos Minérios ficaram completamente alagadas em Almirante Tamandaré

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Motoristas precisam fazer desvios para seguir em direção a Rio Branco do Sul

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Moradores próximos à Rodovia dos Minérios sofreram com os alagamentos

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Motociclista observa crianças em rua alagada de Almirante Tamandaré

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Somente caminhões conseguiram transitar pela Rodovia dos Minérios

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Caminhão consegue passar pelo alagamento na Rodovia dos Minérios

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Moradores observam ponto de alagamento em Almirante Tamandaré
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No Jardim Nossa Senhora de Fátima, Centro de Jaguariaíva, e Bairro Lagoão também foram registrados estragos por causa da chuva

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No Parque Linear de Jaguairaíva, as comportas da represa ficaram obstruídas por entulho
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Já chega a 24 o número de cidade paranaenses que registraram estragos em decorrência do grande volume de chuvas do último fim de semana. Cinco pessoas morreram no município em Sengés, no Norte Pioneiro, um dos mais afetados pelos temporais. A estimativa da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, até esta segunda-feira (1ª), é que aproximadamente 27 mil pessoas tenham sido afetadas nas regiões Norte, Campos Gerais e na região metropolitana de Curitiba.
Entre os mortos estão Ezequiel Meira da Silva, de 70 anos, Simone Fátima, de 34 anos, e Adrian Miranda, de apenas 3 anos. Todos eram da mesma família e morreram após a casa onde estavam ter sido arrastada pela força da enxurrada. A quarta vítima é Miriam Chagas, de 37 anos. Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Jaguariaíva, no final da manhã foi confirmado que o quinto corpo é de José Cícero da Silva. Outro homem que estava desaparecido foi localizado no final da tarde. "Havia relatos de moradores que viram esta pessoa sendo arrastada pela água, mas ele conseguiu sobreviver apenas com ferimentos leves e foi encontrado agora", contou o sargento Moacir de Paula Santos.
O nível da água já baixou em Sengés, mas o município continua isolado. As rodovias PR-151 e PR-239 que dão acesso ao município estão interditadas. A cidade também está sem sistema de telefonia e 40% da população não tem água. Segundo a Sanepar, a tubulação da rede de abastecimento foi arrastada pela força do Rio Jaguaricatu. Os técnicos da companhia só conseguem chegar ao município por helicóptero e a previsão que o trabalho de recuperação só termine no final de terça-feira (2).
Além dos mortos, 18 pessoas ficaram feridas. Segundo a Defesa Civil, 1.764 casas foram danificadas pelas águas e 113 totalmente destruídas. O total de desabrigados chega a 1.347 e de desalojado passa de 2.700.
Também foram afetados os municípios de Almirante Tamandaré, Arapoti, Araucária, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Magro, Colombo, Doutor Ulisses, Guarapuava, Ibaiti, Ibiporã, Jaguariaíva, Pinhalão, Pinhais, Piraquara, Ponta Grossa, São José da Boa Vista, Sapopema, Sengés, Tomazina, Wenceslau Braz, São Jerônimo da Serra, Siqueira Campos e Paranacity.
Região metropolitana
Na Região Metropolitana de Curitiba, os municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré foram os mais afetados. Campo Magro tem 250 pessoas desabrigadas, outras 50 desalojadas 12 casas danificadas e três destruídas. A Defesa Civil enviou colchões e alimentos ao município.
Almirante Tamandaré tem 360 casas atingidas, mil pessoas afetadas, 32 desabrigados e 160 desalojados. "A expectativa é que as pessoas comecem a retornar para suas residências a partir desta terça-feira (2). A Defesa Civil trabalha, em parceria com os municípios, para avaliar as condições de segurança das casas. Na maioria dos casos a água já está baixando e a população poderá voltar tranquilamente", disse o sub-tenente Luiz Trierweiler, da coordenadoria estadual da Defesa Civil a Agência Estadual de Notícias, órgão responsável pelas informações oficiais do governo do estado.
Estradas
Na BR-153, no quilômetro 66, em Conselheiro Mairinck, a ponte sobre o Rio das Cinzas está totalmente interditada desde a tarde deste domingo (31). As fortes chuvas que atingiram a região causaram a cheia do rio, o que impediu a passagem de veículos no local. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não há uma previsão de quando a estrada será liberada e as pessoas que estão no município estão ilhadas. A orientação para os motoristas que utilizam a rodovia é utilizar as PRs 435 e 436.
A situação não é diferente nas rodovias estaduais. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a PR-151 entre Jaguariaíva e Sengês está totalmente interditada desde a última sexta-feira (29). Na mesma região, a PR-259 entre Arapoti e Ventania está interditada em dois pontos nos quilômetros 46 e 52. A única estrada parcialmente liberada na região é que PR-092 entre Jaguariaíva e Arapoti. Nesta rodovia, o trânsito está liberado, mas opera com meia pista no quilômetro 197 por causa da interdição de uma ponte.
Volta para casa
A Defesa Civil informou que as casas que foram invadidas pela chuva acumularam muito entulho e lixo no seu interior. Com isso, mesmo quando o nível dos rios baixar, as pessoas que tiveram suas casas tomadas pela enchente não poderão retornar para as residências antes da realização de uma limpeza que evite contaminações. Em Sengés, as casas ainda vão precisar passar por uma inspeção da Defesa Civil para verificar se as estruturas não foram comprometidas.
Combustível
A Defesa Civil informou que a cidade adotou um sistema de racionamento de combustível. Como as estradas de acesso a Sengés estão bloqueadas, os postos estão priorizando o abastecimento de veículos que atuam na limpeza, remoção de entulhos e outros serviços de auxílio à população.



