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Legislativo

TV Assembléia vai custar R$ 318 mil por mês

Gravações já começaram e novo canal deve entrar no ar em julho

Pesquisa eleitoral |
Pesquisa eleitoral (Foto: )

A TV Assembléia começa a sair do papel com as primeiras gravações de imagens que serão usadas nas 12 horas de programação diária do novo canal, que deverá entrar no ar em julho. A produtora GW, empresa que venceu a licitação da Assembléia Legislativa do Paraná para produzir e transmitir a atividade dos deputados estaduais, já está coletando material sobre o Paraná, perfil dos deputados e os projetos que tramitam na Casa para criar um banco de imagens que será usado quando começarem as transmissões. "Não tenho dúvida de que a Assembléia será outra depois que a tevê entrar no ar", prevê o presidente da Casa, Nélson Justus (DEM).

Para colocar o canal no ar, no entanto, a Assembléia tem antes que resolver problemas técnicos de falta de infra-estrutura no prédio. Segundo Justus, está sendo concluído um projeto de remodelação no setor elétrico, com o reforço da iluminação nas salas das comissões e no plenário, onde serão feitas as gravações, além de extensão dos cabos para transmissões ao vivo e estabilização de pontos de energia para que não ocorram problemas de queda de energia durante as transmissões.

Outra etapa do processo ainda pendente é definir com as operadoras de tevê por assinatura – NET e TVA – quais serão os canais que vão transmitir a TV Assembléia. O sinal será transmitido para 28 municípios do Paraná e, num segundo momento, a direção da Casa vai tentar estender a programação da TV Assembléia para um canal aberto, na freqüência de VHF ou UHF. O Ministério das Comunicações já outorgou canais abertos de tevês aos Legislativos de cinco estados e, havendo possibilidade técnica, pode estender o sinal aberto a outras Assembléias.

Apesar das questões técnicas que ainda precisam ser resolvidas, a expectativa do presidente Nélson Justus é de que, no máximo, em julho a TV esteja em operação.

A produtora GW vai cobrar R$ 318 mil por mês e arcar com a compra de equipamentos, contratatação de profissionais e produção do material. O contrato foi assinado em meados de março, e a produtora, segundo a direção da Casa, só deve começar a receber depois que o canal estiver em operação.

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