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Violência

Várias mortes de mulheres na RMC permanecem sem solução

Famílias reclamam de investigações que não apontam culpados e advogados, de demora

Seis anos após a onda de sumiço e mortes de 23 mulheres em Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, o júri de 17 réus acusados de matar duas delas (Maria da Luz Alves dos Santos e Joyce Devitte Katovich) e cinco homens ainda pode demorar mais dois anos para ocorrer. O grupo está preso há cerca de quatro anos. Entre os detidos estão policiais e ex-policiais denunciados pelo Ministério Público Estadual por formação de quadrilha, tráfico de drogas, homicídios e outros delitos.

Também chegou-se aos supostos autores da morte de uma terceira mulher: a empregada doméstica Suzana Moura Gazani. Três pessoas foram presas e a primeira fase processual está encerrada. A sentença os mandou a júri popular, mas a defesa recorreu. O processo foi parar no Tribunal de Justiça, que confirmou a decisão no mês passado, mas ainda cabe recurso, desta vez para o STJ. Se isso não ocorrer, o julgamento pode ser nos próximos 90 dias, desde que ninguém peça o seu desaforamento – levar o júri para outra cidade.

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