Na manhã desta quinta-feira (7), o Globocop flagrou um balão que entrou na rota dos aviões que passam pela capital paulista. Em mês de festas juninas, os bombeiros reforçam o alerta sobre os perigos da soltura de balões. Em maio, um grande balão caiu sobre o telhado do Centro Cultural São Paulo. O incêndio destruiu quase toda a cobertura da biblioteca e estragou mais de dois mil documentos do acervo.
O tenente do Corpo de Bombeiros Alexandre Merlin diz que os responsáveis pelos balões pensam imediatamente na sua diversão e não avaliam os riscos que eles representam "para as demais pessoas na cidade, para segurança do vôo". "Ele sobe, mas a tendência dele é em determinado momento voltar para a terra. E como ele só está governado pelo vento, ele pode cair em qualquer lugar. Então, é muito incerto o que pode acontecer com um balão", diz o tenente.
"Representa um risco de incêndio em residências; representa risco de incêndio em sítios industriais e representa risco de incêndio em áreas reflorestadas", explica o tenente Alexandre Merlin.
Fabricar, vender, transportar e soltar balão é crime contra o meio ambiente. A pena vai de um a três anos de prisão.



