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Notas Políticas

Caminho das pedras

Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente | Juana Rodriguez/ Reuters
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente (Foto: Juana Rodriguez/ Reuters)
Sérgio Souza, senador |

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Sérgio Souza, senador

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (foto acima) acenou com verbas do governo federal para os prefeitos do partido que saírem vencedores no segundo turno das eleições. Em comício, em Santo André, na sexta à noite, ele ensinou ao candidato petista à prefeitura da cidade, Carlos Grana, o "caminho das pedras" para conseguir recursos. "Quando você ganhar as eleições, você tem que sentar com o Marinho a aprender o caminho das pedras", disse. Lula lembrou que o prefeito reeleito de São Bernardo, Luiz Marinho, do PT, conseguiu muitos recursos do governo federal, segundo ele porque teve competência para apresentar projetos. "O caminho das pedras não é ser do PT ou amigo da ministra Miriam Belchior (Planejamento), ou amigo da presidenta Dilma, é ter competência e fazer bons projetos para Santo André", completou.

Em alta - Valdir Rossoni

O deputado estadual foi reeleito para mais um mandato como presidente da Assembleia Legislativa, assim como a maioria dos parlamentares que ocupavam cadeiras na mesa diretora da Casa permaneceu na direção.

Em baixa - Bancada ruralista

Apesar de avaliar como positivo o novo Código Florestal, os ruralistas receberam negativamente nesta semana nove vetos da presidente Dilma Rousseff ao texto do Congresso que previa mudanças na legislação.

Não fui eu

O candidato Ratinho Júnior (PSC) disse que ele, em nenhum momento, falou que os eleitores deveriam temer o PT. Se alguém afirmou que era preciso temer o partido de Lula foi uma eleitora, em seu programa gratuito da tevê, mas nunca ele.

Nem um alô

Gustavo Fruet (PDT) confessou na noite de sexta-feira que, desde o início da campanha, não conseguiu conversar com a presidente Dilma Rousseff. A interlocução do apoio do PT é feita por meio dos ministros Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo.

Erenice advogada

Dois anos após deixar a chefia da Casa Civil sob a suspeita de usar o cargo para beneficiar a empresa de lobby do filho, Erenice Guerra voltou a atuar como advogada. Ela esteve duas vezes no Tribunal de Contas da União entre julho e agosto deste ano para encontros com o ministro José Múcio Monteiro. Na Casa Civil, Erenice cuidava da interlocução com o TCU e chegou a ser cotada para uma vaga no tribunal. Ela perdeu o cargo na Casa Civil em 2010 acusada de receber um cliente do filho na pasta e atuou para ajudá-lo.

Colaborou: Amanda Audi.

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