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Comissão de Ética da Presidência arquiva processo de paranaense contra Cardozo

A representação foi protocolada pelo líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), sob a alegação de que Cardozo infringiu o Código de Conduta da Alta Administração Federal ao colocar em dúvida a isenção do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes. | Antonio Lacerda/EFE
A representação foi protocolada pelo líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), sob a alegação de que Cardozo infringiu o Código de Conduta da Alta Administração Federal ao colocar em dúvida a isenção do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes. (Foto: Antonio Lacerda/EFE)

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República mandou arquivar nesta segunda-feira, 23, o processo que pedia o afastamento e a destituição do cargo do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

A representação foi protocolada pelo líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR), sob a alegação de que Cardozo infringiu o Código de Conduta da Alta Administração Federal ao colocar em dúvida a isenção do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes, que relatou o processo das contas da presidente Dilma Rousseff.

No mês passado, o colegiado já havia rejeitado um pedido semelhante direcionado ao advogado-geral da União, Luis Inácio Adams. Na época, o processo de Cardozo não foi julgado porque ele estava internado para um tratamento de saúde e não havia apresentado a sua defesa ao órgão.

“O processo foi arquivado porque Cardozo não fez nenhuma ofensa ao ministro do TCU”, disse o presidente da comissão, Américo Lacombe. Ele defendeu ser legítimo os dois ministros terem pedido o afastamento de Nardes, já que ele havia se pronunciado publicamente de que votaria pela rejeição das contas de Dilma.

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